EMECE-Encontro de Mocidades Espíritas do Ceará

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

DIÁRIO DO 14º EMECE



Larissa Rogério Bezerra.
Mais um EMECE conquistado! Conquistado porque cada lágrima, cada gota de suor, cada cansaço, teve uma recompensa...o sorriso de todos aqueles que fazem parte da família EMECE. Aos trabalhadores, aos jovens, aos espíritos que ajudaram, o meu mais sincero e singelo Obrigada por fazer desses dias os mais especiais do ano. Obrigada pelo aprendizado e pelo carinho de todos....AMO o EMECE!!! =D

Simone Ivo

Parabéns a toda equipe que anualmente se desdobra para conferir aos jovens a cada carnaval, momentos de integração e aprendizado. meus filhos Leon Denis Lemos e Alfredo Avenged amaram!


Juliana Benevides

Boooom diaaaaaa!!! :D
Já tô morrendo de saudade do Emece Xou e dos meus novos amigos!!

"Me faça mais leve
Quero flutuar
No vôo da vida
... Venha me levar"


Márcio Henrique
Ontem fui dormir dizendo "marcio henrique, amanhã tudo volta ao normal, vc vai acordar pensando em mil coisas...a saudade vai ter passado"

ki nada... =( coraçãozinho apertado ainda de saudade!

Reginauro Sousa

Hoje parecia que estava faltando algo dentro de mim, acordei e não tinha que ir ao Lar Fabiano e me bateu aquele vazio. Fui pro Face para poder ver fotos, reencontrar os novos amigos, curtir os antigos...Isso é o Emece, essa coisa que toma conta da gente prende pelo coração. Obrigado galerinha!!! Obrigado Trabalhadores. Beijos e abraços meus e do Daimon!!!

Sarah Santos
Parabéns à todos os trabalhadores que fizeram mais um EMECE muito especial para a juventude espírita!
Agradeço pela a oportunidade que vocês nos dão de vivenciar momentos tão especiais e produtivos!
O XIV Emece foi X.O.U!


Fatima Beatriz

Melhor carnaval do MUNDO foi o meu desse ano, melhor carnaval da minha vida, Emece Xou foi realmente X.O.U ! kkk - parabéns a todos que ajudaram nos bastidores do evento para que ele fosse perfeito do jeito que foi *-* - amei conhecer vocês!


Jéssica Hannah

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois... A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor. - Chico Xavier. XIV Emece.


4° dia do 14° EMECE (último)

Hoje o dia foi muito bom, pena que foi o último (:( ); mas vamos lá! Primeiramente fomos para o auditório, fizemos a prece e assistimos a continuação da história do nosso querido Daimon e seu mentor, o Abacateus(kkkk). Ainda no auditório, nos comunicaram que aquela manhã seria só de jogos, cada turma começaria em um e ao toque da buzina (que é quem nos informa os horários) as turmas trocariam de atividade. E assim foi a nossa manhã!
Depois do intervalo do almoço, fomos para o auditório e fizemos o “TE CURTI”. Nessa atividade, cada pessoa recebia um cartão com o título “TE CURTI” e tinha que conseguir o máximo de assinaturas possíveis de outras pessoas. Quem conseguisse mais, ganhava a inscrição para o 15° EMECE!
Em seguida ficamos sabendo de uma super hiper ultra mega novidade: durante o ano todo, todas as mocidades que estavam presentes no XIV EMECE irão participar de uma gincana que durará até o próximo EMECE!!!! A mocidade que ganhar, vai ganhar uma viajem para...ainda não sabemos(rsrs)!.A primeira tarefa da gincana foi feita lá mesmo, era um QUIZ sobre as edições passadas do EMECE. Quem saiu na frente no quadro de pontuações foi o grupo Aliança.
Depois da primeira tarefa da gincana, cantamos algumas músicas (entre elas o Hino do EMECE) e uma pessoa muito especial fez a prece final, o nosso querido e animadíssimo Francisco Francil, mais conhecido como Kira, que próximo ano não estará mais como Jovem participante e sim como um grande trabalhador, e junto com ele o nosso amigo Guilherme Lima que também mudará seu status para “Trabalhador”.
Enfim, O último dia foi muito emocionante, teve muito chororô e todo mundo já estava com saudade do EMECE. Espero que o XV EMECE chegue logo!











Por Sarah S.

Caramba, último dia.. . dizem que tudo que é bom dura pouco : realmente é verdade...
Tivemos no salão... começamos com a prece, e a peça foi iniciada; o Daimon falou de uma coisa bem importante, o inicio do EMECE; os trabalhadores ainda adolescentes, muito bacana... depois nos separaram em grupos: por cor... eu fiquei no grupo da cor verde; brincamos de escravos de jó e o legal é que as peças eramos nós mesmos.. depois brincamos de uma especie de dança estranha que o Sérgio fez com a gente, teve uma brincadeira da bola também, nós lançávamos a bola para outra pessoa que estava na roda.. e finalmente a mais difícil, nos separaram em grupos de 4 pessoas botaram, 4 cadeiras e cada um deitou no colo de quem tava do seu lado, no fim de tudo tiraram as cadeiras e quem conseguiu ficar equilibrado teve sorte, porque eu e as outras 3 pessoas cairam antes de tirarem as 4 cadeiras; eu fui de cabeça no chão rs'... e depois de todas as brincadeiras juntamos todos no salão.. cantamos a música do Hino EMECE, e nos últimos minutos de EMECE todos começaram a chorar; nem tinha acabado e eu já tava lá com muita saudade, chorando até demais...

Por Karol M.
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GALERIA 14º EMECE













3° dia do 14° EMECE
Hoje a minha turma, Allan Kardec, foi para a sala do Jacaré Poió , onde estavam os monitores que ficaram o dia todo com a gente. Primeiramente a gente assistiu a um vídeo sobre como as pessoas estão dando uma imensa importância ao mundo virtual e esquecendo a vida pessoal. Depois, nos separamos em 4 grupos e fizemos a atividade do “mural do facebook”. Funcionou assim: cada grupo recebeu três imagens para colocar no “mural”. Os integrantes tinham que escolher em que parte colocar cada uma das imagens e depois justificar a escolha (Compartilhar, Comentar e Curtir). Ficou desse jeito aí ó:

Depois do intervalo, fizemos uma gincana. fomos dividimos em três equipes e começamos a disputa!
A cada atividade realizada, o grupo, dependendo da sua colocação, ganhava uma quantidade de dinheiro ( de mentirinha, claro!) que, no final, seria investido em construções (imaginárias) ou de um hospital ou de um abrigo ou uma escola. A equipe que ganhou mais dinheiro não tinha o suficiente para construir um abrigo, então todos os grupos conversaram e decidiram juntar o lucro das três equipes para construir um hospital. Depois, foram colocadas três caixas no meio da sala e um integrante de cada equipe tinha que escolher uma sem saber o que havia dentro.
Em uma tinha “A gênese”, em outra “O céu e o Inferno” e na última vários chocolates que foram repartidos com todos.
Por Sarah S.

Poderia descrever as atividades do grupo Eurípedes Barsanulfo como uma profunda reflexão. Nós jovens de 18 a21 anos, a princípio, pela manhã, ficamos dispostos a uma série de imagens que nos impulsionaram a imaginação. Tais imagens e em grande variedade nos fez chegar a um ponto da discussão em que todos nós, o futuro, não seremos tão diferentes assim.

Num segundo momento, desenvolvemos uma brincadeira, que eu diria ser um tanto perspicaz. Ficamos dispostos em duas filas, de modo que cada um tivesse um par, em sua frente. Em nossas testas foram colocadas supostas características de nós mesmos e sem ter conhecimento delas deveríamos adivinhar, fazendo perguntas ao nosso par que por sua vez, deveria respondê-las afirmando SIM ou NÃO.

Após o almoço, recebemos instruções para fazermos uma vivencia que representaria nossa encarnação. Uns andariam sobre latas, outros com pés laçados e outros como se fosse uma macha atlética, que representariam as provas da experiência de vida. De volta na sala, assistimos toda a atividade, e reflexionamos novamente sobre tudo.


Foi uma experiência incrível, que não aconteceria sem os dois irreverentes monitores Tia Wirla e Gel e sem dúvida de todos os que compuseram a sala Eurípedes Barsanulfo.
Por Mateus Monte
às 23:49:00


domingo, 19 de fevereiro de 2012
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2º dia do 14° EMECE


Hoje o dia foi ótimo. Primeiramente fizemos a prece inicial no auditório. Depois assistimos a um vídeo que contava a história de um senhor muito pobre que teve as suas botas escondidas por dois meninos, e quando finalmente ele as achou e calçou, achou uma moeda de prata em cada uma. Em seguida assistimos a continuação da história do espírito Daimon e uma apresentação do grupo de artes Fazendo Arte, que por sinal foi belíssima!

Este ano cada turma tinha o nome de uma grande personalidade do movimento espírita, por exemplo: Chico Xavier, Allan Kardec, Eurípedes Barsanulfo, Emmanuel, Memei, nosso Divino Mestre Jesus etc. Eu fui para a turma Allan Kardec, os monitores eram o Sérgio e a Hilda.

Vou contar mais ou menos como foi na minha turma.
Para que pudéssemos nos conhecer, fizemos uma dinâmica em que cada pessoa escrevia seu nome em um papel e depois sairia trocando o papel com outra pessoa e assim sucessivamente. No final, tínhamos que procurar a pessoa a quem pertencia o papel que estávamos na mão. Foi muito engraçado!

Em seguida, fizemos uma brincadeira muito conhecida: a dança das cadeiras, mas de um jeito bem diferente. Ao invés de ir saindo uma pessoa a cada rodada, os nossos monitores tiravam uma cadeira e a pessoa permanecia, tendo que ficar sentada de qualquer maneira (dividindo cadeira, sentando nas pernas de outras pessoas...)! Imaginem só como ficou! Deu nisso aí ó:


Com essa dinâmica aprendemos que unidos, em sintonia, conseguimos aquilo que antes achávamos impossível.

Depois do intervalo, fomos para o auditório assistir outros vídeos e apresentações Artísticas.

Quando voltamos para sala, nossos monitores estavam nos esperando com uma nova dinâmica, uma dancinha um tanto estranha que exigia muita concentração.

(guli, guli, guli...) Vimos que as vezes é preciso apenas um pouco de concentração para que possamos realizar determinadas tarefas.

Em seguida fizemos outras dinâmicas relacionadas à Lei de reprodução. Discutimos sobre as diversas visões que o jovem de hoje tem em relação a esta Lei e o que o Livro dos Espíritos tem a nos dizer.
Atividade sobre o tema: " Ficar ou Namorar?"

E para terminar, fomos para o auditório, onde teve o pré-lançamento do XV EMECE, cantamos o Hino do EMECE (XOU demais!) e fizemos a prece final!

Até amanhã!

Por Sarah S.
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2° dia sala- Jesus

Dia 19/02, 2° dia do EMECE, eu fiquei junto com a Lara na sala cujo o nome é Jesus e os nosso monitores Nathalia e o Thiago, são muito legais. Nesse ótimo dia nós: brincamos, cantamos, rimos...”muito legal”
De manhã nós vimos uma frase muito interessante “família: cadinho de amor” de Emmnuel, e decidimos saber, o que é cadinho, você sabe o que é cadinho?
Cadinho é um vaso utilizado para reciclar o metais e essa parte de aula aprendi que cada família tem um cadinho, assim como no cadinho que recicla metal os cadinhos de nossas famílias recicla os nossos sentimentos, nele pode ter amor, alegria e ás vezes um pouco de desentendimento. Mais uma família unida vale muito apena.
Depois dividimo-nos a sala em grupos de 3 pessoas, tínhamos que fazer um cadinho de argila,

até que do meu grupo não ficou tão ruim assim!!

Hehe^^
Quando acabamos nós fomos para o almoço em logo em seguida, todos (todos os jovens) fomos para o salão.
No salão fizemos uma dinâmica legal. (No primeiro dia do EMECE nos batemos uma foto nossa), então cada um pegou uma foto de outra pessoa que você não conhecia.Tínhamos que achar e dar a foto para ela colar no seu crachá.

Quando acabou a dinâmica fomos para as nossas respectivas salas e lá fizemos um desenho da nossa família e depois transformamos esse papel em papel reciclado .Foi uma ótima experiência!!!


Quando deu quatro horas saímos para o lanche e quando a buzina tocou, paaaaaaaaaaaan, fomos para o último momento, lá no salão onde teve muita animação com o hino do EMECE que faz todo mundo sair do chão, porque o EMECE é X.O.U !
Débora Monte

Segundo dia; recebidos por uma leve garoa,que logo se desfez ,fomos receber nossos crachás.Depois do lanche,nos dirigimos ao salão principal e assistimos a uma apresentação do grupo "Arte em Cena" expressando a mediunidade,e a mediunidade com Jesus;e também assistimos a dois vídeos - o primeiro, mostrava que as dificuldades não devem ser desculpa para,desistir;o segundo, sobre como que mesmo que pequena ,uma boa ação faz toda a diferença.
Separados por faixa etária ,fomos todos divididos em salas as quais ganharam os nomes de diversas personalidades muito importantes e conhecidas no espiritismo.
A minha sala foi a MeiMei e seu responsável, por ora, o Reginauro. Durante a manhã, aconteceu assim: toda a galera da sala deveria se amarrar uns aos outros com alguns barbantes ,um em cada pulso e algumas pessoas também na cintura;a intenção era que lêssemos todas as perguntas que estavam nas paredes sem qualquer estratégia.
Em seguida fizemos um debate sobre as perguntas ,todas ramificaçãoes do tema central do dia : (acho eu) Liberdade e suas consequências ;pouco a pouco, todo mundo começou a falar e a interagir um com o outro,foi bem legal.
Fim do período;pausa para almoço -(ahh fome,comida)
Após alguns avisos e lembretes do Anderson no salão principal,era o momento de retornarmos às atividades das salas.
Voltando à sala,lá estavam colchonetes ao chão ;sentamos e começa,os a discutir liberdade com um um sub-tema: as relações pessoais.
Fizemos uma atividade de integração,onde cada um deveria guiar o outro pela sala,e em movimento
uma atividade chamada foto-imagem,onde formamos imagens estáticas, e dessa vez divididos em pares e em sequência, em grupos,a sala deveria representar algumas situações do relacionamento de casal(namoro ,conflito,adultério) e no meu caso,nas duplas ,foi a relação de amizade(cumprimento e conflito).
Depois era a vez fazermos pequenas encenações ,mudas ou não, apresentando a junção e interligação daquelas situações .
Foram diferentes papéis que assumimos;tenho que admitir:foi muito engraçado e novo pra mim, pelos nessa existência - isso eu garanto.

Por Bruno Queiroz


Sala do mentor Eurípedes Barsanulfo
Monitores Wirla e tio Guel


Pela manhã...

Começamos dizendo nossos nomes.Então, assistimos ao filme: "Como treinar seu dragão" ; comentamos sobre o filme, aspectos importantes quanto a relação pai e filho(familia); como nossos pais foram criados e como nos criam, etc.
Depois houve uma dinâmica onde haviam três caixas:1° compartilhar, 2°like(curtir), e 3°comentar; dentro de cada caixa tinha varias perguntas, as pessoas escolhiam uma caixa e os monitores liam e todos discutiamos sobre os assuntos ou tiravamos dúvidas que apareciam na hora; no final três pessoas poderiam escolher cada uma 1 caixa,e em cada caixa tinha um livro; na 1°compartilhar : o " Evangelho segundo o espiritismo", na 2° curtir: o " Livro dos espirítos", e na 3° comentar: "Não pise na bola" ; e cada um que ganhou o livro disse o que poderia aprender com o livro.

a tarde......
Saímos da sala e fomos para a frente do refeitório e a wirla colocou uma música para nós dançarmos, mais de acordo com os comandos que ela desse, e o tio Guel filmou tudo, cantamos uma música no circulo de mãos dadas , depois a Wirla fez uma prece e voltamos para a sala; nós não sabiamos mais enquanto dançavamos fizemos nosso preparamento reencarnatório, encontramos parceiros, se divorciamos, perdemos entes queridos, entre outras situações.
Com essa atividade houve um entrosamento maior.Senti mais como as pessoas eram por diferentes situações.Foi VERY GOOD!!!!LIKE!!!!

Por Lizandra Barbosa
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1º dia do 14º EMECE
Segue um relato do 1º dia do evento.
Hoje foi praticamente só a abertura, mas claro, com muita animação. No início fizemos a prece inicial e assistimos um vídeo feito com imagens do EMECE XIII. Depois, teve uma apresentação teatral do grupo Fazendo Arte que dramatizou a história de um espírito, um tanto trabalhoso e engraçado,chamado Dimon.
Em seguida, assistimos uma apresentação de slide, muito engraçado, com todos os deveres e as regras que devemos cumprir durante esses quatro dias de EMECE. Logo depois, tivemos o prazer de assistir uma apresentação musical maravilhosa feita por alguns integrantes do Grupo Espírito de Arte. E no final do encontro de hoje, formamos vários grupos e escrevemos e desenhamos tudo aquilo que desejamos para este EMECE e depois fizemos a prece final. Hoje foi muito bom!

Por Sarah S.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

VOCÊ SABE O QUE O JVEM ESPÍRITA FAZ NO CARNAVAL?


O Espirismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.
Muito importante nestes dias manter a mente em oração, evitando a contaminação de fluidos deletérios.Evite assistir programas violentos, de sensualidade ou "bailes de carnaval".Procure leitura edificante, musica tranquila, caminhada em parques.Evite bebidas alcoólicas, exageros de qualquer ordem.
Façamos a nossa parte, orando e irradiando luz.
O EMECE Encontro de Mocidades Espírita do Ceará é a melhor opção para os jovens nesse período, veja por que:
O EMECE é uma atividade que congrega jovens espíritas desde 1998, sendo realizada anualmente durante o período de carnaval. Uma oportunidade de confraternização, intercâmbio de atividades, como também, posto avançado de atendimento espiritual, requerendo do jovem e da equipe de trabalhadores um comportamento mais compatível com a dimensão do encontro: alegria, fraternidade e reflexão.
Conta com a participação de representantes das instituições espíritas, levando aos jovens que dela participam incentivos novos e profundos para a conscientização de seu papel na sociedade contemporânea e na construção da sociedade do porvir.

O EMECE visa proporcionar aos jovens, um momento de integração e reflexão através do estudo da doutrina espírita, com oficinas de estudo e arte, desenvolvidas dentro de um tema central. O evento tem início no sábado de carnaval à tarde, encerrando na terça-feira a tarde.

TEMA DO 14º EMECE: VOLTEI. E AGORA?

PERIODO: De 18 a 21 de Fevereiro de 2012.
HORÁRIOS: Dia 18/02 - das 14 as 17:30 horas
De 19 a 21/02 - das 7:30 as 17:00 horas

LOCAL: Lar Fabiano de Cristo
Rua Jaime Rolemberg, 100 - Maraponga - Fort/CE

INSCRIÇÕES (*):
LOCAL: Livraria Sinal Verde (FEEC)

VALORES: De 01 a 18 de fevereiro de 2012 - R$60,00
TOTAL DE VAGAS: 250

(*) SUJEITO A DISPONIBILIDADE DE VAGAS

MAIORES INFORMAÇÕES: Por e-mail: emece.feec@hotmail.com - Pelo fone: (85) 3212-1092

EVOLUIR
Grupo Bem


Eu abro os olhos
O que será que aconteceu?
Pessoas ao redor de alguém
E esse alguém sou eu
Às vezes é difícil de entender essa chegada
A bagagem pode estar um tanto leve ou pesada
São diversas estações
Apesar de um destino
E de hoje ao infinito
Muitas vezes, muitas vezes
Eu vou voltar, recomeçar
Amar nunca é demais
Redescobrir, evoluir
Cada dia um passo a mais
Agora estou aqui
E começo a relembrar
As promessas que eu fiz
É a hora de enfrentar
Pessoas vêm e vão
Observo a caminhada
Umas passam tão tranqüilas,
outras tão desinformadas
E a vida é feita assim
De partidas e chegadas
Hoje sei que estou aqui,
Mas em breve, em breve
Eu vou voltar, recomeçar
Amar nunca é demais
Redescobrir, evoluir
Cada dia um passo a mais.


VEM CANTAR O HINO DO EMECE !
PRA VIVER FELIZ

(R) Hey , hey, hey
(E) Venha trabalhar
(F) Hey, hey, hey
(R) Pro mundo mudar
(Ã) Meu amigo, a grande lição
(O) Pra viver feliz é ajudar o irmão
(bis)
Vem cantar (ô,ô,ô,ô)
Lindas canções
Que falam de imensidão
Do amor que Deus tem por nós
Vem soltar a tua voz!
(repete o refrão)
Há um poema em teu coração
Que quer desabrochar
Qual uma rosa nos jardins do mundo
Vem plantar amor profundo!
(repete o refrão)
Neste mundo,há milhões de cores
Há bichos, há flores, há sol e luar
Vem retratá-los com tinta e pincel
Vem fazer o teu papel
(repete o refrão)
Há tantas coisas que podes fazer...
Tocar, representar, ensinar, aprender
Podes até compor uma linda canção
Basta ouvir teu coração
(repete o refrão)
Pra se transformar, vem ajudar o irmão
Pra regenerar, vem ajudar o irmão
E pra viver feliz é ajudar o irmão

































terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Atrás do Trio Elétrico vai até quem já morreu"


* VISÃO ESPÍRITA DO CARNAVAL, OPINIÃO DE EMMANUEL.
Muito importante nestes dias manter a mente em oração, evitando a contaminação de fluidos deletérios.
Evite assistir programas violentos, de sensualidade ou "bailes de carnaval".
Procure leitura edificante, musica tranquila, caminhada em parques.
Evite bebidas alcoólicas, exageros de qualquer ordem.
A gravidade da violência, de abortos, desencarnações por drogas, homicídios, suicídios, desrregramentos aumentam milhões de vezes no Brasil nos dias de carnaval.
Façamos a nossa parte, orando e irradiando luz.

Enviado por email de Neusa Alice dos Santos Amorim de Kardec Online




“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso
“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval.

O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.

Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.

Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.

Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”.

Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo.

O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou:
- “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A carne nada vale:

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão:

As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.

Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.

Fonte:
Revista Visão Espírita.

Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/convivio-dos-membros-do-forum/o-carnaval-na-visao-espirita/#ixzz1FI0z1UKy

EMMANUEL FALA SOBRE O CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001.
Obsessões carnavalescas
por Claudia Gelernter - claudiagelernter@uol.com.br

“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.
Revista Visão Espírita-março de 2000

Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: “a carne nada vale”. Em contrapartida grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”.
Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? “Desestressamento”?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: “(...) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); que, desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; que de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (...). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (...)”.

A maioria dos foliões da atualidade segue os carros alegóricos sem nenhuma noção do que lhes envolve naqueles momentos. Sequer suspeitam onde ou porque surgiu tal ‘festividade’ - estão ali simplesmente para permitirem o enlouquecimento momentâneo, sem pensar em mais nada a não ser no prazer dos sentidos. Porém, os resultados são evidentes, como pudemos contatar nesta matéria alusiva sobre o tema.
Quanto às suas origens, podemos dizer que as tataravós do carnaval são a bacanália, da Grécia - quando era homenageado o deus Dionísio - e a saturnália – festa romana onde se imolava uma vítima humana, previamente escolhida. Depois, já na Idade Média, aceitava-se a tese de que “Uma vez por ano é lícito enlouquecer”, o que tomou corpo, modernamente, no carnaval de nossos dias.

Claro que muitos dançam e se sacodem freneticamente entre sorrisos largos, sem nenhuma intenção menos digna: desejam somente a “alegria”. Porém, mesmo que a intenção seja apenas a de se ficar contente, será que o discípulo de momo, ao meio de tantos desvarios, em nada se prejudica?

Tudo seria tranqüilo, se junto de tais pessoas estivessem tantas outras numa mesma sintonia, munidos da mesma vontade de confraternização, sorrisos e danças conjuntas; sem maldade, sem deixarem seus instintos reptilianos tão aflorados.

Porém, a realidade não é essa. As conclusões apresentadas pelos psicólogos brasilienses já nos dão certa base para um pensar mais aclarado sobre o assunto. Soma-se a tais dados outra importantíssima informação que ainda não é levada em conta tanto pelos profissionais comuns da psique quanto pelos amantes carnavalescos: no período que compreende a sexta feira de carnaval até o amanhecer da quarta feira de cinzas, verdadeiras falanges das esferas inferiores invadem a crosta terrestre - atraídas pelo padrão reinantes - acompanhando bem de perto tais foliões, incitando-os aos extremos, dando início a sérias obsessões que por vezes se arrastam sobremaneira, trazendo inúmeros prejuízos a tais pessoas.

No livro “Nas fronteiras da loucura”, do espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco, o venerando espírito, em suas ponderações, conclui que isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano. O processo obsessivo ocorre ainda durante o sono, quando em estado de desdobramento (momento em que o corpo descansa e o espírito sai em suas excursões) o folião visita as zonas de baixo teor vibracional, já em contato direto com tais entidades.

Conhecedores de tais realidades, os responsáveis pela revista Visão Espírita, fizeram pequeno trocadilho com a famosa frase composta por Caetano Veloso, no seu frevo carnavalesco que diz que “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”. Os divulgadores do espiritismo refizeram o ditado. Escreveram que na verdade “atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu!”...”. Realmente. Só faltou acrescentar: “(...) e eles são em grande número”.
Claudia Gelernter


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