EMECE-Encontro de Mocidades Espíritas do Ceará

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

quarta-feira, 29 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A ONDA - O FILME



A Onda, o filme
Para quem nunca assistiu trata-se de um filme instigante e desafiador. Afinal, o filme dirigido por Alex Grasshof conta a história real de um professor de uma escola secundária estadunidense, em Palo Alto, na Califórnia, que diante da descrença dos alunos frente aos acontecimentos alemães da 2 Guerra Mundial resolve repetir a experiência hitlerista. Com o lema Poder, disciplina e superioridade o professor consegue confirmar sua expectativa e rapidamente a maior parte dos alunos já está doutrinada e preparada para agir dentro dos canônes "ondistas". Pela importância deste trabalho estamos divulgando um link amule para quem quiser baixá-lo:
ed2k://fileA_Onda_Portugues_Br_(Obrigado_Fausto_Henrique%20).avi 3444993984B30D3BE2AB76BB7BBEE5C77C5F272ABh=7L7TSVRZN7TIYMSSLCVN26KSWCDZJFWF/


A ONDA – O FILME (Versão Alemã)
(Welle, Die, 2008)

» Direção: Dennis Gansel
» Roteiro: Todd Strasser (romance), Dennis Gansel (roteiro), Peter Thorwarth (roteiro)
» Gênero: Drama
» Origem: Alemanha
» Duração: 101 minutos
» Tipo: Longa

» Sinopse: Rainer Wegner, professor de ensino médio, deve ensinar seus alunos sobre autocracia. Devido ao desinteresse deles, propõe um experimento que explique na prática os mecanismos do fascismo e do poder. Wegner se denomina o líder daquele grupo, escolhe o lema “força pela disciplina” e dá ao movimento o nome de A Onda. Em pouco tempo, os alunos começam a propagar o poder da unidade e ameaçar os outros. Quando o jogo fica sério, Wegner decide interrompê-lo. Mas é tarde demais, e A Onda já saiu de seu controle. Baseado em uma história real ocorrida na Califórnia em 1967

FONTE: http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4957

‘A onda’ e o irracionalismo dos grupos*
(comentário sobre o filme “A onda”)
O filme “A onda” [The wave] [1] tem início com o professor de história Burt Ross explicando aos seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio nazista. Os questionamentos dos alunos levam o professor a realizar uma arriscada experiência pedagógica que consiste em reproduzir na sala de aula alguns clichês do nazismo: usariam o slogan “Poder, Disciplina e Superioridade”, um símbolo gráfico para representar “A onda”, etc.
O professor Ross se declara o líder do movimento da “onda”, exorta a disciplina e faz valer o poder superior do grupo sobre os indivíduos. Os estudantes o obedecem cegamente. A tímida recusa de um aluno o obriga a conviver com ameaças e exclusão do grupo. A escola inteira é envolvida no fanatismo d’A onda, até que um casal de alunos mais consciente alerta ao professor ter perdido o controle da experiência pedagógica que passou ao domínio da realidade cotidiana da comunidade escolar.
O desfecho do filme é dado pelo professor ao desmascarar a ideologia totalitária que sustenta o movimento d’A onda , denuncia aos estudantes o sumiço dos sujeitos críticos diante de poder carismático de um líder e do fanatismo por uma causa.
Embora o filme seja uma metáfora de como surgiu o nazi-fascismo e o poder de seus rituais, pode conscientizar os estudantes sobre o poder doutrinário dos movimentos ideológicos políticos ou religiosos. O uso de slogans, palavras de ordem e a adoração a um suposto “grande líder” se repetem na história da humanidade: aconteceu na Alemanha nazista, na Itália fascista, e também no chamado ‘socialismo real’ da União Soviética, principalmente no período stalinista, na China com a “revolução cultural” promovida por Mao Tsé Tung, na Argentina com Perón, etc. Ainda, recentemente, líderes neo-populistas da América Latina, valendo-se de um discurso tosco anti-americano, conseguem enganar uma parte da esquerda resistente a aprender com a história

PRODUÇÃO "EUA" - 45 minutos

A ONDA – PARTE 1


A ONDA – PARTE 2

A ONDA – PARTE 3

A ONDA – PARTE 4

A ONDA PARTE 5


Experiência pedagógica e política
Feito para a televisão, ‘A onda’ [The wave], foi baseado em um incidente real ocorrido em uma escola secundária norte-americana em 1967, em Palo Alto, Califórnia. Antes de virar filme, foi romanceado em livro. A idéia do filme, com 45 minutos, era para fazer parte do currículo da escola, para estudar, refletir e se prevenir contra a onda nazi-fascista que começou no final da década de 30. Com a derrota do nazi-fascismo na 2ª. Guerra Mundial e o surgimento da ‘guerra fria’, filmes assim, podem funcionar como alerta contra pregações doutrinárias que fazem apologia aos totalitarismos de direita ou de esquerda [2]. Muitas vezes, o doutrinamento pró-totalitarismo ocorre no âmbito universitário, como se fosse ensino ‘científico’, onde a democracia é considerada uma má invenção ‘burguesa’ e a política uma prática a ser superada por um ‘novo’ sistema desenhado pelo abstracionismo teórico.
“A Onda” é uma metáfora que se aplica, mais ou menos, a qualquer movimento de massa respondente aos apelos de um líder carismático ou de uma causa mítica irracional. Foi assim com os atos criminosos da Ku Klux Klan, o macartismo que desencadeou a “caça às bruxas” [3] perseguindo todos os supostos “comunistas” nos EUA, os governos de direita da América Latina com traços totalitários como foi o de Pinochet (Chile), o regime de apartheid da África do Sul (antes de Nelson Mandela), o processo de “limpeza étnica” conduzida pelos sérvios nos Bálcãs, os grupos neonazistas skinheads espalhados pelo mundo, os carecas do ABC paulista, e o movimento separatista do Iguaçu, no Paraná, entre outros menos conhecidos. Também, os partidos políticos neonazistas abrigados no regime democrático, na Áustria, chefiado por J.Haidern, e na França, por Jean Marie Le Pen. Devem ser, ainda, incluídos os líderes com traços protofascistas (Eco, 1995): Berlusconi, que passou pelo governo da Itália, e líderes totalitários com traço imperial, como King Jon Il (Coréia do Norte), Assad (Síria), ou de milícias que ocupam o vazio do Estado (Hizbolá, Hamas, FARC, PCC) cujos atos truculentos faz semelhança com tantos movimentos fascistas italiano, espanhol, e mesmo o integralismo, no Brasil. No período da ditadura militar, depois 1964, no Brasil, surgem grupos de extrema-direita, como a TFP (Sociedade da Tradição, Família e Propriedade) e o CCC (Comando de Caça aos Comunistas), ambos com intenções de causar uma ‘onda’ de cooptação dos jovens para a sua luta ideológica e até terrorista [4].
Também líderes eleitos democraticamente, mas cujas manobras deixam transparecer traços totalitários (George W. Bush, Hugo Chávez, Mahmoud Ahmadinejad). Notamos que o traço comum entre estes líderes é a capacidade de fanatizar as massas por uma causa racional ou irracional, se valendo de métodos antidemocráticos como a censura, perseguições, prisões arbitrárias, elogios aos feitos do suposto ‘grande líder’, etc.
Também podem ser incluídos, hoje, como parte da onda protofascista (sic) os movimentos fundamentalistas (cristão, judaico, islâmico). O ‘fundamentalismo’ [5] é a interpretação restrita do livro sagrado de forma a repudiar tudo e todos que não concordem com tal interpretação; trata-se de um “terrível simplificador” que pretende explicar e fornecer uma moral para o passado, o presente e o futuro da humanidade. Lembrando alguns traços do fascismo ou ‘protofascimo’ elaborado por Umberto Eco (1995), têm conquistado visibilidade na mídia as paradas dos “homens-bomba”, (que incluem crianças e mulheres), e as escolas de doutrinação islâmica ou madrassas, usadas como perversão do islamismo e impondo à população a cultura obscurantista Talibã, no Afeganistão [6]. O auge de visibilidade dos efeitos da doutrinação islamofascista parece ser representado pela organização global da Al Qaeda, cujo líder Bin Laden, que nada tem de socialista ou marxista, diz lutar por uma causa supostamente “santa” contra os “infiéis do mundo ocidental” [7].
A atitude fascista não morreu
O nazi-fascismo foi derrotado na 2ª. Grande Guerra, em 1945, mas ele não morreu. O que hoje acontece no cenário mundial nos leva a suspeitar que “ele não morrerá entre nós”, alerta o psicanalista francês C. Melman (2000).
A fundação do Partido Nazista, nos EUA, é de 1970. Recente levantamento realizado nos EUA contou 474 grupos de extrema direita, organizados naquele país, alguns agindo abertamente em diversos setores governamentais, inclusive com atos contra a democracia e ao governo legitimamente constituído. A “Nação Ariana’ e a ‘Identidade Cristã’, são considerados pelo FBI como os dois grupos mais perigosos e ameaçadores dos EUA. O ataque terrorista que destruiu todo o edifício do governo federal, em Oklahoma City, em 1995, foi ato de um membro da extrema direita com ligações com o grupo ‘Identidade Cristã’. “O uso da religião para propósitos fascistas e a perversão da religião em um instrumento de propaganda de ódio, como um cruzada antidemocrática em nome da salvação da democracia, é uma tática disseminada entre os grupos de extrema direita” (Carone, 2003).
Balizas para comentar esse filme:
Nosso olhar sobre o filme “A onda” focaliza três linhas de análise para comentários visando estimular o debate: (1) o nazi-fascismo como ideologia política totalitária de direita; (2) a psicologia de massas e a servidão voluntária dos indivíduos a um líder, grupo ou causa mítica; (3) a propaganda política e ideológica (4) o recurso da ‘experiência pedagógica’, como meio de ir para além do mero aprendizado de conceitos teóricos. Notar que o professor do filme adota a experimentação com grupo como recurso didático ‘vivencial’ [Dinâmica de Grupo e Sociodrama], que sempre implica em algum risco de perder o controle da experiência pedagógica. O “sócio-grupo” seria o grupo tarefa estruturado e orientado em função da execução ou cumprimento de uma tarefa, e o “psico-grupo” ou grupo estruturado, orientado e polarizado em função dos próprios membros que constituem o grupo, foram criados por Kurt Lewin – judeu alemão emigrado para os EUA - tinham como propósito serem não somente técnicas de aprendizagem alternativa à aula tradicional, considerada chata ou enfadonha mas de efetivamente trabalhar a dimensão afetiva e emocional de cada grupo enquanto gestalt, onde estão presentes preconceitos, dogmatismo, coesão, fé cega num líder, bloqueios, filtragens, enganos e auto-enganos na comunicação entre seus membros [8] etc.
Apesar de não ser um grande filme, e ainda prejudicado com o uso de cópias desgastadas, gravadas da televisão aberta [9], “A onda’ têm a virtude de levar o telespectador a não ficar indiferente aos fenômenos de massificação, fanatismo e intolerância do ser humano. Contudo, o filme é um sério alerta para: a) o risco do “sujeito” perder a “liberdade” e “autonomia”, submetendo-se incondicionalmente ao poder do grupo, sua “causa absoluta” veiculadas por slogans e palavras que ordenam uma ação automática, fazendo desaparecer o sujeito [10] ; b) problematiza a possibilidade de ressurgimento do nazi-fascismo, ou dos totalitarismos de direita ou de esquerda, tendo em vista o desgaste das democracias representativas de nossa época; c) conscientiza a formação de grupites de adolescentes e gangues potencialmente intolerantes e criminosas. Há uma tendência narcisista nesses grupos que, geralmente, são atraídos pela proposta de igualdade e novo sentido existencial-no-mundo, a fundação na vivência da territorialidade, o desenvolvimento de um código de linguagem próprio onde os atos de rejeição dos “mais fracos”, “desgarrados” ou “diferentes” parecem legítimos e morais. Basta ver o recreio de qualquer escola onde os membros dos grupos reproduzem sua imagem narcísica no modo de ser, vestir, falar, pensar etc. Evidentemente, tal atitude faz parte do processo de desenvolvimento da personalidade em busca de identidade própria, mas pode também ser a base para a formação de um traço de caráter ‘blindado’, conforme o estudo de W.Reich.
O trote seria um tipo de onda?
O tradicional trote universitário é um ritual de violência sádica de um grupo “mais velho” sobre os “novos” ou calouros. O trote pode ser tipificado como uma formação protofascista, no sentido proposto por Eco (1995), na medida em que um grupo visa humilhar os supostamente mais fracos? Que fazer para quebrar essa “tradição de família” presente ainda em algumas universidades? O que esse ritual de passagem representa na cultura universitária? Será que aulas, palestras, leis, punições, bastam para conscientizar e levar à nova geração evitar essa prática? Será que medidas impostas pelos colegiados de cada instituição, investidos de autoridade, devem proibir com rigor o trote violento, por exemplo, reinventando regras com o sentido da pró-solidariedade? Que metodologia ou técnicas de ensino e aprendizagem poderiam ser usadas para quebrar essa tradição e instaurar uma consciência verdadeiramente crítica e historicamente elaborada sobre tal fenômeno?
Ascensão do irracional?
O retorno do irracional em forma de ‘onda’ ou de ‘massa’ parece ser uma resposta desesperada de algumas culturas resistindo à modernização ocidental liberal-burguesa-democrática; a globalização econômica em que pese o seu sentido capitalista excludente também tem produzido novas idéias e tecnologias que beneficiam toda a humanidade, embora causem em alguns grupos mais tradicionais o medo de perder sua identidade comunitária, tal como analisa Castells (1999) e Japiassu (2001).
Aos educadores, é imprescindível trabalhar junto com os alunos, desde cedo, a ética da tolerância, o respeito à diversidade cultural e as diferenças demasiadamente humanas, bem como o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista, onde a paz e a liberdade devem ser ativas.
O conhecimento científico, a informação e a tecnologia são insuficientes para melhorar o ser humano. É preciso desenvolver uma nova educação que encare o mundo complexo e promova, além da pesquisa que aspira o conhecimento novo, também uma sabedoria prática para se viver a vida pessoal e coletiva em tempos tão sombrios.
Os sintomas atuais de ascensão do irracional humano vem se revelando não só através de grupos nazi-fascistas que formam uma ‘onda’ pregando a “supremacia da raça branca”, a perseguição de judeus, negros, índios, homossexuais, nordestinos do Brasil, feministas, esquerdistas, democratas, etc. O fundamentalismo religioso (cristão, islâmico e judaico), os atos dos criminosos ligados ao narcotráfico, o terrorismo protofascista de grupos ou de Estado, sem projeto político, podem ser considerados sintomas de “ascensão do irracional” (em nosso artigo, em http://www.espacoacademico.com.br/004/04ray.htm, observamos três sintomas do protofascimo no terrorismo: o desprezo do diálogo pelo ato – do ato pelo ato; o argumento pela emoção. Para Eco (1995) é a “a ação pela ação’ e a “luta pela luta”. Na leitura psicanalítica é representado pelo ‘mais-gozar’ da ação e o ‘mais-gozar’ da luta sem fim).
O filme “A onda” focaliza, por um lado, o imperativo da ordem e disciplina e, por outro, o desejo de controlar a pulsão agressiva dos seres humanos travestido em organização fascista aspirando ser moral.
“A onda” pode ser vista através de alguns movimentos políticos-ideológicos de nossa história: quando atuou em nome de uma suposta “superioridade da raça ariana”, causou o genocídio nazista; quando levantou a bandeira da “causa do proletariado” milhares foram estigmatizados de ‘anti-revolucionários’, ‘reacionários burgueses’, ‘intelectuais inúteis’; quando surgiu com o nome de “revolução cultural” fez o povo quase perder suas tradições; quando “em nome de Deus” milhares são assassinados; quando “em nome do Bem contra o Mal”, da “causa justa” ou da “democracia”, invadiu países, destruindo prédios e vidas; Enfim, quanto o irracional está a serviço da racionalidade, o resultado é a imoralidade, o sofrimento e a morte em massa. Quando a intolerância quer ser reconhecida como moral e legal, justificando que a repressão da autonomia dos sujeitos é necessária “para o bem de todos”, a razão se faz cínica [11]. Assim, é preciso reconhecer que ser racional não basta para singularizar o que é ‘ser humano’, ou seja, falta saber se ser racional é condição sine qua non para ser razoável e capaz de estabelecer empatia para com o nosso semelhante.
Depois do filme
Outras experiências pedagógicas foram realizadas e filmadas depois de “A onda”, que parecem ter sido influenciadas pelas pesquisas dos laboratórios de dinâmica de grupo e experimentação cientificamente controlada, desde a década de 1970. Recomendamos aos pedagogos, psicólogos, historiadores, filósofos, sociólogos, antropólogos, entre outros, assistirem aos documentários: “Olhos azuis” [12], coordenado pela professora Jane Elliott e “Zoológico humano”, conduzido pelo psicólogo P. Zimbardo (Stanford University). Ao conduzir a experiência dos grupos, a professora Elliot evidencia o racismo, os fenômenos de grupo, a liderança, a submissão voluntária, etc. No “Zoológico humano”, recomendamos maior atenção para a 2ª. Parte, que trata da submissão do sujeito ao grupo. Em ambos, podemos observar fenômenos como ‘conformidade’, ‘disciplina’, ‘bloqueios’, ‘filtragens’, ‘contágio social’, a influência do ‘poder’, a ‘submissão’, as ‘distâncias sociais’, ‘barreiras psicológicas’, a ‘psicose de massa’, o ‘vigiar e punir” de uns contra outros para que ninguém seja a si próprio, a delação ou dedurismo como prática corriqueira de difícil verificação e confrontação com a verdade, o ‘narcisismo das pequenas diferenças’ proposto por Freud, a ‘regressão dos indivíduos a condição de massa ’ (conforme dito de Adorno: o fascismo ao manipular as massas, faz “psicanálise às avessas”), etc.
Continua sendo atual o discurso do professor Ross, proferido no final de “A onda”:
“Vocês trocaram sua liberdade pelo luxo de se sentirem superiores. Todos vocês teriam sido bons nazi-fascistas. Certamente iriam vestir uma farda, virar a cabeça e permitir que seus amigos e vizinhos fossem perseguidos e destruídos. O fascismo não é uma coisa que outras pessoas fizeram. Ele está aqui mesmo em todos nós. Vocês perguntam: como que o povo alemão pode ficar impassível enquanto milhares de inocentes seres humanos eram assassinados? Como alegar que não estavam envolvidos. O que faz um povo renegar sua própria história? Pois é assim que a história se repete. Vocês todos vão querer negar o que se passou em “A onda’. Nossa experiência foi um sucesso. Terão ao menos aprendido que somos responsáveis pelos nossos atos. Vocês devem se interrogar: o que fazer em vez de seguir cegamente um líder? E que pelo resto de suas vidas nunca permitirão que a vontade de um grupo usurpe seus direitos individuais. Como é difícil ter que suportar que tudo isso não passou de uma grande vontade e de um sonho”.
______________
TUTORIAL PARA DOWNLOAD DO FILME "A ONDA Clicando em clicando, cai direto em “Cultura e informação” e ver “dicas e notícias” sobre como fazer download do filme “A onda”
Também indica outro endereço para este filme só que em inglês: http://www.xenutv.com/cults/wave.htm
O endereço da comunidade "A onda - The wave" > no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1262617
____________
FONTE: http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm

quinta-feira, 23 de julho de 2009

AMOR PRA RECORDAR

AMOR PRA RECOMEÇAR

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade temPrazer e medo...
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero..
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
InimigosPrá você não deixar
De duvidar...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é precisoViver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar...
Eu desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

LINDA JUVENTUDE
Zabelê, zumbi, besouro, vespa fabricando mel
Guardo teu tesouro, jóia marrom, raça como nossa cor
Nossa linda juventude, página de um livro bom
Canta que te quero cais e calor, claro como o sol raiou
Claro como o sol raiou
Maravilha, juventude, pobre de mim, pobre de nós
Via Láctea, brilha por nós, vidas pequenas da esquina
Fado, sina, lei, tesouro, canta que te quero bem
Brilha que te quero luz andaluz, massa como o nosso amor
Nossa linda juventude, página de um livro bom
Canta que quero cais e calor, claro como o sol raiou
Claro como o sol raiou.
Maravilha, juventude, tudo de mim, tudo de nós
Via Láctea, brilha por nós, vidas bonitas da esquina.
PLANETA SONHO

Aqui ninguém mais ficará depois do sol
No final será o que não sei, mas será
Tudo demaisNem o bem nem o mal
Só o brilho calmo dessa luz
O planeta calma será terra
O planeta sonho será terra,
E lá no fim daquele marA minha estrela vai se apagar
Como brilhouFogo solto no caosAqui também é bom lugar de se viver
Bom lugar será o que não sei mas será
Algo a fazerBem melhor que a canção
Mais bonita que alguém lembrar
A harmonia será terraA dissonância será bela
E lá no fim daquele azu
lOs meus acordes vão terminar
Não haveráOutro som pelo ar
O planeta sonho será terraA dissonância será bela
E lá no fim daquele marA minha estrela vai se apagar
Como brilhouFogo solto no caos

terça-feira, 21 de julho de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

~SERES HUMANOS



Seres Humanos
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos
Que negócio é esse de que somos culpados

De tudo que há de errado sobre a face da Terra

Que negócio é esse de que nós não temos

Os devidos cuidados com o mundo em que vivemos

Fazemos quase tudo por necessidade

Vivemos em busca da felicidadeSomos seres humanos

Só queremos a vida mais linda

Não somos perfeitosAinda

Afinal nem sabemos por que aqui estamos

E mesmo sem saber seguindo em frente vamos

Vencemos obstáculos todos os dias

Em busca do pão e de alguma alegria

Não podemos ser julgados pela minoria

Nós somos do bem e o bem é a maioria

Somos seres humanos

Só queremos a vida mais linda

Não somos perfeitos

Ainda

Só quero a verdade

Nada mais que a verdade

Não adianta me dizer

Coisas que não fazem sentido

Que tal olhar as coisas que a gente tem conseguido

E o mundo hoje é bem melhor

Do que há muito tempo atrás

E as mudanças desse mundo

O ser humano é que faz

Estamos sempre em busca de uma solução

Queríamos voar, fizemos o avião

O telefone, o rádio, a luz elétricaA televisão, o computador, progressos na engenharia genética

Maravilhas da ciência prolongando a vida

Nós temos amor, ninguém duvida

Somos seres humanosSó queremos a vida mais linda

Não somos perfeitos

Ainda

Mas que negócio é esse de que somos culpados

De tudo que há de errado sobre a face da terra

Buscamos apoio nas religiões

E procuramos verdades em suposições

Católicos, judeus, espíritas e ateus

Somos maravilhosos

Afinal somos filhos de Deus

Somos seres humanos

Só queremos a vida mais linda

Não somos perfeitosAinda

Só quero a verdade

Nada mais que a verdade

Não adianta me dizer

Coisas que não fazem sentido

Que tal olhar as coisas que a gente tem conseguido

E o mundo hoje é bem melhor

Do que há muito tempo atrás

E as mudanças desse mundo

O ser humano é que faz

QUE MARAVILHA VIVER
Que Maravilha Viver
Simone
Composição: versão português:Thiele
Vejo no jardim

A flor nascer

Num dia azul

Penso em você

Então,digo pra mim:Maravilha viver...

Onde nasce a luz

Se escurecer

E a noite cair

O sol vai nascer

Então,digo pra mim:Maravilha viver...

Atrás do arco-íris

Por certo existe a paz

Com todas as pessoas

Que pela vida leva e traz

Eu sinto a emoção

Da dor e do prazer

Porque meu coração

Está com você

O mundo vai seguir

O tempo correr

Eu sou feliz

Tenho você!

Então,digo pra mim:

Maravilha viver...


NINGUÉM + NINGUÉM
Ninguém = Ninguém
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto Gessinger
Há tantos quadros na parede

Há tantas formas de se ver o mesmo quadro

Há tanta gente pelas ruas

Há tantas ruas e nenhuma é igual a outra

Ninguém = ninguém

Me encanta que tanta gente sinta(se é que sente) a mesma indiferença

Há tantos quadros na parede

Há tantas formas de se ver o mesmo quadro

Há palavras que nunca são ditas

Há muitas vozes repetindo a mesma frase:Ninguém = ninguém

Me espanta que tanta gente minta(descaradamente) a mesma mentira

São todos iguais

E tão desiguaisuns mais iguais que os outros

Há pouca água e muita sede

Uma represa, um apartheid(a vida seca, os olhos úmidos)

Entre duas pessoasEntre quatro paredes

Tudo fica claroNinguém fica indiferenteNinguém = ninguém

Me assusta que justamente agora

Todo mundo (tanta gente) tenha ido embora

São todos iguais

E tão desiguaisuns mais iguais que os outros

O que me encanta é que tanta gente

Sinta (se é que sente) ou Minta (desesperadamente)

Da mesma formaSão todos iguais

E tão desiguaisuns mais iguais que os outros

São todos iguais

E tão desiguaisuns mais iguais...uns mais iguais...

Eu tenho um compromisso com meu tempo

Não posso faltar

Não vou perder um segundo desse tempo

Querendo enganar

E eu sei que você está comigo

E com muita gente também

Eu te amo, meu bem

E sendo um brasileiro (hum...)

Cabeça cheia de idéias

Um dia vou ter dinheiro para usá-las

Meu vôo é sem escalas até o sol

Tudo o que eu quero eu consigo

Não tenho mêdo de nada (qase nada)

Nenhum sonho é maior do que o meu

Nenhum sonho é maior do que o meu

Que a alegria da genteSeja um rolo compressor

Rolo compressorRolo compressorEm cima do silêncio


CUIDE-SE B EM
Cuide-se bem, perigos há por toda a parte

E é bem delicado viver de uma forma ou de outra

É uma arte como tudo

Cuide-se bem, tem mil surpresas a espreitar

Em cada esquina mal iluminada, em cada rua estreita

Em cada rua estreita do mundo

Pra nunca perder esse riso largo

E essa simpatia estampada no rosto (2x)

Cuide-se bem, eu quero te ver com saúde

E sempre de bom humor e de boa vontade contudo



Viver outra vez
Guilherme Arantes
Composição: osmir neto
AHH...Eu sei,que tudo tem seu fim,e eu espero agora saber a própria hora

Viver é lindo e quero mais...

Reflete a esperança,que traz amor com paz.

De tudo o que aprendi,são momentos lindos que lembro aqui.

Então viver é ser feliz,o tempo corre a fora,e eu te chamo aqui.(yeah,yeah)

A minha mão nosso ao pai,quero vivier outra vez.

De tudo o que aprendi,são momentos lindos que me lembro aqui.

E então viver é ser feliz,o tempo corre a fora,e eu te chamo aqui.[uhh](2x)

A minha mão ao nosso pai,[a minha mão ao nosso pai]quero vivier outra vez.[quero viver outra vez]

E hoje eu quero,ver a luz do sol.As estrelas,eu quero ver brilhar(2x)[uoah...oh,oh,oh]

E hoje eu quero,ver a luz do sol.As estrelas,eu quero ver brilhar.(2x)[uhh].(7x)

A minha mão ao nosso pai,[a minha mão ao nosso pai]quero vivier outra vez.[quero viver outra vez]

3ª do Plural
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto Gessinger
Corrida pra vender cigarro

Cigarro pra vender remédio

Remédio pra curar a tosse

Tossir, cuspir, jogar pra fora

Corrida pra vender os carros

Pneu, cerveja e gasolina

Cabeça pra usar boné

E professar a fé de quem patrocina

Querem te matar a sede, eles querer te sedar

Eles querem te vender, eles querem te comprar

Quem são eles?Quem eles pensam que são?

Corrida contra o relógio

Silicone contra a gravidade

Dedo no gatilho, velocidade

Quem mente antes diz a verdade

Satisfação garantida

Obsolescência programada

Eles ganham a corrida antes mesmo da largada

Eles querem te vender, eles querem te comprar

Querem te matar de rir, querem te fazer chorar

Quem são eles?

Quem eles pensam que são?

Vender, comprar, vendar os olhos

Jogar a rede... contra a parede

Querem te deixar com sede

Não querem te deixar pensar

Quem são eles?

Quem eles pensam que são?
PENSAMENTOS


1Pensamentos
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos - Erasmo Carlos

Pensamentos que me afligem

Sentimentos que me dizem

Dos motivos escondidos

Na razão de estar aquiAs perguntas que me faço

São levadas ao espaçoE de lá eu tenho todas

As respostas que eu pedi

Quem me dera que as pessoas que se encontram

Se abraçassem como velhos conhecidos

Descobrissem que se amam

E se unissem na verdade dos amigos

E no topo do universo uma bandeira

Estaria no infinito iluminada

Pela força desse amor, luz verdadeira

Dessa paz tão desejada

Pensamentos que me afligem

Sentimentos que me dizem

Dos motivos escondidos

Na razão de estar aqui

E eu penso nas razões da existência

Contemplando a natureza nesse mundo

Onde às vezes aparentes coincidências

Têm motivos mais profundos

Se as cores se misturam pelos campos

É que flores diferentes vivem juntas

E a voz dos ventos na canção de Deus

Responde todas as perguntas

Pensamentos que me afligem

Sentimentos que me dizem

Pensamentos que me afligem

Sentimentos que me dizem

Pensamentos que me afligem

Sentimentos que me dizem

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MÃE TERRA


Moving (tradução)
Macaco
Composição: Indisponível
Movendo, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonho Vemos o movimento, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonhoTempos de pequenos movimentos... movimentos em reação Uma gota junto a outra faz ondas, lagos, mares ... Oceanos Nunca uma lei foi tão simples e clara: ação, reação, repercussão Sopros se unem e formam gritos, juntos somos evoluçãoMovendo, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonho Vemos o movimento, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonhoEscute o chamado da "Mãe Terra", berço da criaçãoSua palavra é nossa palavra, seu "gemido" nossa voz Se no pequeno está a força, se fazer o simples move a destreza Voltar a origem não é retroceder, talvez mover seja fazer o saber(conhecimenbto)Movendo, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonho Vemos o movimento, todas as pessoas se movendo,um movimento por apenas um sonho

sábado, 27 de junho de 2009

We are The World (NÓS SOMOS O MUNDO)

We are The World (NÓS SOMOS O MUNDO)
Composição: Michael Jackson e Lionel Rithie

VÍ9DEOS MENSAGENS

O AMOR TALVEZ

BEN – MICAHEL JACSON

sexta-feira, 26 de junho de 2009

CANÇÕES ESPÍRITAS




A Paz
Roupa Nova
Composição: Michael Jackson Versão: Nando
É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêmNas criançasA gente tem que arrumar um jeitoDe deixar pra eles um lugar melhor.Para os nossos filhosE para os filhos de nossos filhosPense bem!Deve haver um lugar dentro do seu coraçãoOnde a paz brilhe mais que uma lembrançaSem a luz que ela traz ja nem se consegue maisEncontrar o caminho da esperançaSinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homensSe fazendo irmão e estendendo a mãoSó o amor, muda o que já se fezE a força da paz junta todos outra vezVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizSe você for capaz de soltar a sua vozPelo ar, como prece de criançaDeve então começar outros vão te acompanharE cantar com harmonia e esperançaDeixe, que esse canto lave o pranto do mundoPra trazer perdão e dividir o pão.Só o amor, muda o que já se fezE a força da paz junta todos outra vezVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizQuanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem,Pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm.A lição pro futuro vem da alma e do coração,Pra buscar a paz, não olhar pra trás, com amor.Se você começar outros vão te acompanharE cantar com harmonia e esperança.Deixe, que esse canto lave o pranto do mundoPra trazer perdão e dividir o pão.Só o amor, muda o que já se fezE a força da paz junta todos outra vezVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizSó o amor, muda o que já se fezE a força da paz junta todos outra vezVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizSó o amor, muda o que já se fezE a força da paz junta todos outra vezVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizVenha, já é hora de acender a chama da vidaE fazer a terra inteira felizInteira feliz ...

GRUPO AME

Sem Medo, composição de Marielza Tiscate, interpretada pelo Grupo AME durante o 2º Fórum Espiritual Mundial, em Fortaleza.

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Música Sempre a Servir. Grupo AME - Arte e Música Espírita CD Sementes


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Apresentação do Grupo AME - Arte e Música Espírita, no instituto de cultura espírita-ICE, em Fortaleza CE, em Dezembro de 2008 - Música Roda Festiva do CD Traduções

PAI...TENTE OUTRA VEZ



CANÇÕES ESPÍRITAS







quarta-feira, 24 de junho de 2009

PAZ PELA PAZ


Paz Pela Paz
Nando Cordel
Composição: Nando Cordel
A paz do mundoComeça em mimSe eu tenho amor,Com certeza sou felizSe eu faço o bem ao meu irmão,Tenho a grandeza dentro do meu coraçãoChegou a hora da gente construir a pazNinguém suporta mais o desamorPaz pela paz - pela criançaPaz pela paz - pela florestaPaz pela paz - pela coragem de mudar.Paz pela paz - pela justiçaPaz pela paz - a liberdadePaz pela paz - pela beleza de te amar.(repetir a 1ª estrofe)Paz pela paz - pro mundo novoPaz pela paz - a esperançaPaz pela paz - pela coragem de mudar.Paz pela paz - pela justiçaPaz pela paz - a liberdadePaz pela paz - pela beleza de te amar.

AMOR IMENSO


Amor Imenso
Nando Cordel
Composição: Nando Cordel
Vem, tá difícil viver, sem você, por aqui Vem colorir nosso mundo e me fazer feliz Traz teu amor, que é tão forte e de muita beleza Meu coração não consegue viver na incerteza Abre a porta e deixe entrar Essa paz que faz o amor imenso, Imenso 2x) Vamos deixar o amor enramar essa terra Vamos deixar essa paz enraizar todo o mundo Vamos deixar a beleza invadir nossos corações Se transformar em corrente, em busca de soluções Abre a porta e deixe entrar Essa paz que faz o amor imenso Imenso (2x) (REPETE)