EMECE-Encontro de Mocidades Espíritas do Ceará

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

DEUS NUNCA TE DARÁ ALGO PESADO DEMAIS QUE NÃO POSSA CARREGAR!







Senhor é pesado demais me deixe corta-la um pouquinho!

Senhor, por favor se eu cortar um pouquinho vou poder carrega-la melhor!


Senhor muito obrigado…


Use a cruz como ponte e passe por cima
Ahhh, não consigo,cortei e não posso passar…

Só há uma saída para os sofrimentos que passamos ,
Deus nunca te dará algo pesado demais que não possa carregar.
Por isso carregue a sua cruz e se alegre pelo galardão .
Aprenda a carrega-la e só peça ao Senhor forças
para seguir em frente e ser um verdadeiro vencedor.
Qualquer seja a sua cruz ,
Qualquer seja a sua dor
sempre haverá Sol
depois da chuva...
Talvez possa tropeçar,
ou talvez ate cair...
mas Deus sempre estará pronto
para responder quando você chamar...
Deus sempre enviara um arco íris
depois da chuva.

terça-feira, 14 de julho de 2009

NUNCA É TARDE PARA ABRIRMOS MÃOS DOS NOSSOS PRECONCEITOS



Vejam essa declaração de SUSAN BOYLE :
Veja Vídeo You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=LOE9sLfe5GY

"Eu moro sozinha com o meu gato chamado Peebles...nunca casei, nunca fui beijada...eu sempre quis me apresentar para uma platéia grande...eu vou fazer essa platéia tremes..."

O Jurado pergunta: Qual o seu sonho?

Susan Boyle: Estou tentando ser cantora profissional.

Jurado : E porque não deu certo até agora?

Susan Boyle: Nunca me deram uma chance antes e espero que isso mude.

Jurado:O que vc vai cantar?

Susan Boyle: "I dreamed a dream" from "les miserables" ("Eu tive um sonho" de " Les Miserables").

" NUNCA É TARDE PARA ABRIRMOS MÃOS DOS NOSSOS PRECONCEITOS " Henry David Thoreau

Vejam o vídeo na íntegra: http://www.youtube.com/watch?v=LOE9sLfe5GY

Outros Víedos:

I Dreamed a Dream (Tradução)
Sarah Brightman
Composição: Indisponível

Eu Tive um Sonho

Houve um tempo quando os homens eram amáveis
Quando suas vozes eram suaves
E suas palavras convidativas
Houve um tempo quando o amor era cego
E o mundo era uma canção
E a canção era excitante
Houve um tempo... então tudo deu errado

Eu tive um sonho num tempo que já se foi
Quando esperanças eram elevadas e valia a pena viver
Eu sonhei que o amor nunca morreria
Eu sonhei que Deus estaria perdoando

Então eu era jovem e destemida
Quando sonhos eram feitos e usados e perdidos
Não havia nenhum resgate a ser pago
Nenhuma canção desconhecida, nenhum vinho intocado

Mas os tigres chegaram à noite
Com suas vozes suaves como trovão
Tal como eles rasgam sua esperança em pedaços
Tal como eles transformam seus sonhos em vergonha

Ele dormiu um verão ao meu lado
Ele encheu meus dias de maravilha infinita
Ele fez da minha infância o seu êxito
Mas ele se foi quando o outono chegou

E ainda sonho com ele vindo até a mim
E nós viveríamos juntos os anos
Mas há sonhos que não podem acontecer
E há tempestades que não podemos desafiar

Eu tive um sonho que minha vida iria ser
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente agora do que parecia
Agora a vida matou o sonho que tive

MEU TEMPO POR AÍ TERMINOU!


“Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?” André Luiz

“Boa noite a todos, meu nome é Vitor.
Venho a pedido da minha mãe. Ela quer notícias minhas para, talvez, se sentir mais aliviada. Acho que ela, como toda mãe, se sente responsável pelo meu desencarne. Tive sérios problemas de respiração e, quando menos se esperava, as coisas pioraram e eu morri. Nem foi muito novidade para mim. Acho que eu até já esperava, apesar de ter apenas quinze anos. Mas meus pais (minha mãe) se desesperou. Fez perguntas, tentou saber o porquê, mas quem somos nós pra querer saber ou que Deus nos dê satisfação de seus atos, não é mesmo!?
Pois é... Eu morri, mas pra mim não foi difícil. Minha mãe tomou outros caminhos e graças a uma amiga, começou a ler e perceber que a morte não existe. Hoje ela é mais tranquila, mas ainda quer notícias pra ter certeza de que estou bem. Mamãe Elaine — ou Eliana (nota do transcrevente) —, eu estou bem e feliz. Meu tempo por aí terminou e talvez, o bom de tudo isso tenha sido você perceber que a vida continua.
Sei que pensa em mim e tenta não ficar me chamando. Que sente minha falta, mas agradece a Deus pelo tempo que estivemos juntos. Eu te amo e sempre te amei. Vou te esperar, porque nossa vida vem de outras... e meu amor por você não é pequeno, nem de agora. Sei que quando você ouve uma música que eu gostava se lembra e tenta não chorar. Não faça isso. Chore se tiver vontade. Só não blasfeme como muita gente faz.
Choro é normal naqueles que perdem um ente querido. Viva, dedique-se, ajude e tente compreender que estaremos juntos. Nosso senhor ensina que devemos praticar a caridade. Pratique e continue ajudando outras mães que não têm o mesmo conhecimento seu. Eu estou bem, estudo (como sempre gostei de fazer) e continuo fazendo tudo certinho como você sempre se orgulhou.
Minha vó me ajuda nas lições como você fazia, lembra! Aqui é lindo. Te amo muito e agradeço a oportunidade que me foi dada para conversar com você. Pena meu pai estar longe de você. Te amo. Que Deus permita minha visita a você sempre. Beijos.”

Assinado: Vitor
Data: Maio de 2007.
Local: Sorocaba (SP).
Médium: S.A.O.G.

Retirado do Blog Partida e Chegada
fonte:http://espiritananet.blogspot.com/2009/07/meu-tempo-por-ai-terminou.html

O VÍCIO DO PENSAMENTO


“Nós somos quem nós pensamos”. Quem já não ouviu esta frase?
Assim como eu, provavelmente muitas pessoas ouvem e ainda acreditam nisso. Mas de fato, não é bem verdade. Não somos o que “pensamos”, mas muito mais que isso. Os pensamentos influenciam nossa vida externa, os fatos, mas nossa essência está totalmente à parte disso.
Podem estar pensando, mas que loucura! Como assim? Única coisa que conheço são meus pensamentos, e isso não sou eu? Isso mesmo.
É porque temos o vício do pensamento, não conseguimos parar nunca, aprendemos desta forma. No Ocidente, não temos a cultura de esvaziar, desacelerar a mente, ou seja, fazer meditação, tentar não pensar o tempo todo no passado ou no futuro, e sim nos concentrarmos no momento presente.
Como podemos inserir mais coisas e melhores num local onde já está cheio? Não cabe, precisamos desocupar! Em um recipiente muito cheio, uma só gota já transborda.
A mente é analítica, totalmente racional, analisa prós e contras de tudo o tempo todo, não chegando à conclusão alguma, e acaba somente nos confundindo.
Para podermos acessar nossa essência, precisamos aprender a ouvi-la, e como ouvir o coração quando nossa mente não pára de pensar um só minuto? Simplesmente impossível. Ninguém que está atordoado consegue prestar atenção em outra coisa. Por isso é tão importante acalmarmos nossas mentes. Pode ser meditando, ou dizendo um basta quando ela começa a nos enlouquecer.
Outro aspecto importante a ser considerado e é neles que devemos focar, é a Presença. Somos viciados em pensar no futuro ou no passado, mas nunca vivemos o momento Presente. Sendo que é somente ele que existe. Se perdermos o momento presente, estamos perdendo a Vida. Porque é só no Presente que ela acontece. Geralmente estamos totalmente identificados com o padrão mental. Ele toma conta. E é um hábito arraigado muito difícil de mudar, exige muito esforço.
Precisamos mudar este padrão de mental, o condicionamento, imediatamente. Pois nunca recuperaremos este tempo perdido. É na presença que existe vida! É na presença que existe liberdade! É na presença que surge a criatividade, pois ela vem de nossa essência!
Sempre que você tentar ficar presente, sua mente lhe encherá com mais pensamentos para desviar sua atenção, lhe dirá que neste momento você tem muitas preocupações e que precisar pensar. Não pode simplesmente viver no momento presente. Este é o papel dela. Mas devemos ser soberanos a ela. Deixe-a pensar o que quiser, e apenas observe estes pensamentos, mas não os siga. Você é o Cocheiro desta carruagem, não sua mente. Você dita as regras e não ela. Não se deixe seduzir por todo e qualquer pensamento.
Somente colocando alguém no comando poderemos mudar nossas vidas, e deixar de ser arrastados por ela. Só assim evoluiremos. E evolução é uma escolha que se faz consciente. Automaticamente, nem sabemos para onde estamos indo. Simplesmente somos levados!
Tome as rédeas de sua mente, de sua vida. Afinal, você é mais forte que ela, por mais que ela tente te convencer do contrário.

FONTE:http://www.se-novaera.org.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=753

VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?


Cap. 24 – IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS
DISTINÇÃO ENTRE OS ESPÍRITOS BONS E MAUS
262. Se a perfeita identificação dos Espíritos é, em muitos casos, uma questão secundária, sem importância, não se dá o mesmo com a distinção entre os Espíritos bons e maus. Sua individualidade pode ser-nos indiferente, mas a sua qualidade jamais. Em todas as comunicações instrutivas é sobre esse ponto que devemos concentrar nossa atenção, pois só ele pode nos dar a medida da confiança que podemos ter no Espírito manifestante, seja qual for o nome com que se apresente. O Espírito que se manifesta é bom ou mau? A que grau da escala espírita pertence? Essa a questão capital. (Ver Escala Espírita no item 100 de O Livro dos Espíritos)
263. Julgamos os Espíritos, já o dissemos, pela linguagem, como julgamos os homens. Suponhamos que um homem receba vinte cartas de pessoas que não conhece. Pelo estilo, pelas idéias, por numerosos indícios julgará quais são as instruídas e quais as ignorantes, educadas ou sem educação, profundas, frívolas, orgulhosas, sérias, levianas, sentimentais etc. Acontece o mesmo com os Espíritos. Devem considerá-los como correspondentes que nunca vimos e perguntar o que pensaríamos da cultura e do caráter de um homem que dissesse ou escrevesse aquelas coisas. Podemos tomar como regra invariável e sem exceção que a linguagem dos Espíritos corresponde sempre ao seu grau de elevação.
Os Espíritos realmente superiores não se limitam apenas a dizer boas coisas, mas as dizem em termos que excluem absolutamente qualquer trivialidade. Por melhores que sejam essas coisas, se forem manchadas por única expressão de baixeza temos um sinal indubitável de inferioridade. E com mais forte razão se o conjunto da comunicação ferir as conveniências por sua grosseria. A linguagem revela sempre a sua origem, seja pelo pensamento ou pela forma. Assim, mesmo que um Espírito quisesse enganar-nos com a sua pretensa superioridade, bastaria conversamos algum tempo com ele para o julgarmos.
264. A bondade e a afabilidade são também atributos essenciais dos Espíritos depurados. Eles não alimentam ódio nem para com os homens nem para com os demais Espíritos. Lamentam as fraquezas e criticam os erros, mas sempre com moderação, sem amarguras nem animosidades. Se admitirmos que os Espíritos verdadeiramente bons só podem querer o bem e dizer boas coisas, concluiremos que tudo o que, na linguagem dos Espíritos, denote falta de bondade e afabilidade não pode provir de um Espírito bom.
265. A inteligência está longe de ser um sinal seguro de superioridade, porque a inteligência e a moral nem sempre andam juntas. Um Espírito pode ser bom, afável e ter conhecimentos limitados, enquanto um Espírito inteligente e instruído pode ser moralmente bastante inferior.(5)
Geralmente se pensa que interrogando o Espírito de um homem que foi sábio na Terra, em certa especialidade, obtém-se a verdade com mais segurança. Isso é lógico, e não obstante nem sempre é certo. A experiência demonstra que os sábios, tanto quanto os outros homens, sobretudo os que deixaram a Terra há pouco, estão ainda sob o domínio dos preconceitos da vida corpórea, não se livrando imediatamente do espírito de sistema. Pode assim acontecer que, influenciados pelas idéias que alimentaram em vida e que lhes deram a glória, vejam com menos clareza do que supomos. Não damos este princípio como regra. Longe disso. Advertimos apenas que isso acontece e que, por conseguinte, sua sabedoria humana nem sempre é uma garantia de sua infalibilidade como Espíritos.
266. Submetendo-se todas as comunicações a rigoroso exame, sondando e analisando suas idéias e expressões, como se faz ao julgar uma obra literária – e rejeitando sem hesitação tudo o que for contrário à lógica e ao bom senso, tudo o que desmente o caráter do Espírito que se pensa estar manifestando, — consegue-se desencorajar os Espíritos mistificadores que acabam por se afastar, desde que se convençam de que não podem nos enganar.
Repetimos que este é o único meio, mas é infalível porque não existe comunicação má que resista a uma crítica rigorosa.(6) Os Espíritos bons jamais se ofendem, pois eles mesmos nos aconselham a proceder assim e nada têm a temer do exame. Somente os maus se melindram e procuram dissuadir-nos, porque têm tudo a perder. E por essa mesma atitude provam o que são.
Eis o conselho dado por São Luís a respeito:
“Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes d vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos: a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.
267. Podemos resumir os meios de reconhecer a qualidade dos Espíritos nos seguintes princípios:
1º) Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores.
2º) Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão.
3º) Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
4º) A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais. A linguagem dos Espíritos inferiores ou vulgares é sempre algum reflexo das paixões humanas. Toda expressão que revele baixeza, auto-suficiência, arrogância, fanfarronice, mordacidade é sinal característico de inferioridade. E de mistificação, se o Espírito se apresenta com um nome respeitável e venerado.
5º) Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. Toda falta de lógica, de razão e de prudência não pode deixar dúvida quanto à sua origem, qualquer que seja o nome de que o Espírito se enfeite. (Ver nº 224).
6º) A linguagem dos Espíritos elevados é sempre idêntica, se não quanto à forma, pelo menos quanto à substância. As idéias são as mesmas, sejam quais forem o tempo e o lugar. Podem ser mais ou menos desenvolvidas segundo as circunstâncias, as dificuldades ou facilidade de se comunicar, mas não serão contraditórias. Se duas comunicações com o mesmo nome se contradizem, uma das duas é evidentemente apócrifa. A verdadeira será aquela que nada desminta o caráter conhecido do personagem., Entre duas comunicações assinadas, por exemplo, por São Vicente de Paulo, uma pregando a união e a caridade e outra tendendo a semear a discórdia, não há pessoa sensata que possa enganar-se.
7º) Os Espíritos bons só dizem o que sabem, calando-se ou confessando a sua ignorância sobre o que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se importar coma verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choque o bom senso revela a fraude, se o Espírito se apresenta como esclarecido.
8º) Os Espíritos levianos são ainda reconhecidos pela facilidade com que predizem o futuro e se referem com precisão a fatos materiais que não podemos conhecer. Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir as coisas futuras, quando esse conhecimento for útil, mas jamais precisam as datas. Todo anúncio de acontecimento para uma época certa é indício de mistificação.(7)
9º) Os Espíritos superiores se exprimem de maneira simples, sem prolixidade. Seu estilo é conciso, sem excluir a poesia das idéias e das expressões, claro, inteligível a todos, não exigindo esforço para a compreensão. Eles possuem a arte de dizer muito em poucas palavras, porque cada palavra tem o seu justo emprego. Os Espíritos inferiores ou pseudo-sábios escondem sob frases empolgadas o vazio das idéias. Sua linguagem é freqüentemente pretensiosa, ridícula ou ainda obscura, a pretexto de parecer profunda.
10º) Os Espíritos bons jamais dão ordens: não querem impor-se, apenas aconselham e se não forem ouvidos se retiram. Os maus são autoritários, dão ordens, querem ser obedecidos e não se afastam facilmente. Todo Espírito que se impõe trai a sua condição.
São exclusivistas e absolutos ns suas opiniões e pretendem possuir o privilégio da verdade. Exigem a crença cega e nunca apelam para a razão, pois sabem que a razão lhes tiraria a máscara.
11º) Os Espíritos bons não fazem lisonjas. Aprovam o bem que se faz, mas sempre de maneira prudente. Os maus exageram nos elogios, excitam o orgulho e a vaidade, embora pregando a humildade, e procuram exaltar a importância pessoal daqueles que desejam conquistar.
12º) Os Espíritos superiores mantêm-se, em todas as coisas, acima das puerilidades formais. Os Espíritos vulgares são os únicos que podem dar importância a detalhes mesquinhos, incompatíveis com as idéias verdadeiramente elevadas. Toda prescrição meticulosa é sinal certo de inferioridade e mistificação de parte de um Espírito que toma um nome pomposo.
13º) Devemos desconfiar dos nomes bizarros e ridículos usados por certos Espíritos que desejam impor-se à credulidade. Seria extremamente absurdo tomar esses nomes a sério.
14º) Devemos igualmente desconfiar dos Espíritos que se apresentam com muita facilidade usando nomes bastante venerados, e só com muita reserva aceitar o que dizem. Nesses casos, sobretudo, é que um controle se torna indispensável. Porque é freqüentemente a máscara que usam para levar-nos a crer em pretensas relações íntimas com Espíritos excelsos. Dessa maneira eles lisonjeiam a vaidade do médium e se aproveitam dela para o induzirem a atos lamentáveis e ridículos.
15º) Os Espíritos bons são muito escrupulosos no tocante às providências que podem aconselhar. Em todos os casos têm apenas em vista um fim sério e eminentemente útil. Devemos pois encarar como suspeitas todas aquelas que não tenham esse caráter ou sejam condenáveis pela razão, refletindo maduramente antes de adotá-las, pois do contrário nos exporemos a mistificações desagradáveis.
16º) Os Espíritos bons são também reconhecíveis pela sua prudente reserva no tocante às coisas que possam comprometer-nos. Repugna-lhes desvendar o mal. Os Espíritos levianos ou malfazejos gostam de expô-lo. Enquanto os bons procuram abrandar os erros e pregam a indulgência, os maus os exageram e sopram a discórdia por meio de pérfidas insinuações.
17º) Os Espíritos bons só ensinam o bem. Toda máxima, todo conselho que não for estritamente conforme a mais pura caridade evangélica não pode provir de Espíritos bons.
18º) Os Espíritos bons só dão conselhos perfeitamente racionais. Toda recomendação que se afaste da linha reta do bom senso ou das leis imutáveis da Natureza acusa a presença de um Espírito estrito e portanto pouco digno de confiança.
19º) Os Espíritos maus ou simplesmente imperfeitos ainda se revelam por sinais materiais que a ninguém poderão enganar. A ação que exercem sobre o médium é às vezes violenta, provocando movimentos bruscos e sacudidos, uma agitação febril e convulsiva que contrasta com a calma e a suavidade dos Espíritos bons.
20º) Os Espíritos imperfeitos aproveitam-se freqüentemente dos meios de comunicação de que dispõem para dar maus conselhos. Excitam a desconfiança e a animosidade entre os que lhes são antipáticos. Principalmente as pessoas que podem desmascarar a sua impostura são visadas pela sua maldade.
As criaturas fracas, impressionáveis, tornam-se alvo do seu esforço para levá-las ao mal. Usam sucessivamente os sofismas, os sarcasmos, as injúrias e até as provas materiais do seu poder oculto para melhor convencê-las, empenhando-se em desviá-las do caminho da verdade.
21º) Os Espíritos dos que tiveram, na Terra, umas preocupações exclusivas, materiais ou morais, se ainda não conseguiram libertar-se da influência da matéria continuam dominados pelas idéias terrenas. Carregam parte dos preconceitos, das predileções e até mesmo das manias que tiveram aqui. Isso é fácil de se reconhecer pela sua linguagem.
22º) Os conhecimentos de que certos Espíritos muitas vezes se enfeitam, com uma espécie de ostentação, não são nenhuns sinais de superioridade. A verdadeira pedra de toque para se verificar essa superioridade é a pureza inalterável dos sentimentos morais.
23º) Não basta interrogar um Espírito para se conhecer a verdade. Devemos, antes de tudo, saber a quem nos dirige. Porque os Espíritos inferiores, pela sua própria ignorância, tratam com leviandade as mais sérias questões. Também não basta que um Espírito tenha sido na Terra um grande homem para possuir no mundo espírita a soberana ciência. Só a virtude pode, purificando-o, aproximá-lo de Deus e ampliar os seus conhecimentos.
24º) Os gracejos dos Espíritos superiores são muitas vezes sutis e picantes, mas nunca banais. Entre os Espíritos zombeteiros, mas que não são grosseiros, a sátira mordaz é feita quase sempre muito a propósito.
25º) Estudando-se com atenção o caráter dos Espíritos que se manifestam, sobretudo sob o aspecto moral, reconhece-se a sua condição e o grau de confiança que devem merecer. O bom senso não se enganará.
26º) Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é necessário antes saber julgar-se a si mesmo. Há infelizmente muita gente que toma a sua própria opinião por medida exclusiva do bem e do mal, do verdadeiro e do falso, Tudo o que contradiz a sua maneira de ver, as suas idéias, o sistema que inventaram ou adotaram é mau aos seus olhos. Falta a essas criaturas, evidentemente, a primeira condição para uma reta apreciação: a retidão do juízo. Mas elas nem o percebem. Esse o defeito que mais enganos produz.(8)
Todas estas instruções decorrem da experiência e do ensino dos Espíritos. Completamo-las com as próprias respostas dadas por eles a respeito dos pontos mais importantes.(9)

FONTE:http://www.se-novaera.org.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=881

terça-feira, 23 de junho de 2009

DROGAS EM DEBATE

VISÃO ESPÍRITA SOBRE O CONSUMO DE DROGAS
O MUNDO SÓ É UMA DROGA PARA QUEM SE DROGA NO MUNDO
Randal Juliano
Vimos atender o pedido de diversos jovens e pais que chegam até nós, solicitando um esclarecimento sobre as drogas. Comecemos então, pela definição do termo: droga é qualquer substância estranha ao nosso corpo, que, estando dentro dele, nos cause alterações fisiológicas ou psíquicas, assim, droga é aquele remédio que você toma para sarar da gripe ou a vacina que você tomou quando era pequeno... mas não pára por aí, pois também pode ser utilizada para deprimir, estimular ou perturbar nossa atividade cerebral, por isso são chamadas drogas psicotrópicas.
São depressores : álcool ; soníferos ou hipnóticos (barbitúricos); ansiolíticos (acalmam, inibem a ansiedade) as principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos (diazepam, lorazepam, etc); opiáceos (aliviam a dor e dão sonolência) como a morfina, heroína, codeína e meperidina; inalantes ou solventes (colas, tintas, removedores, etc).
São estimulantes : anorexígenos (diminuem a fome), como as anfetaminas; cocaína ; rebites (utilizados por caminhoneiros, para atravessarem as noites sem dormir).
São perturbadores : mescalina (do cacto mexicano), THC (substância ativa da maconha), psilocibina (de certos cogumelos), lírio , LSD , ecstasy , anticolinérgicos .
O tabaco não provoca grandes alterações cerebrais, portanto não é classificado como psicotrópico. Um dos grandes portais para o vício é a facilidade de se obter a droga. No contexto legal, as drogas se dividem em drogas lícitas e ilícitas. Drogas lícitas são aquelas vendidas legalmente, controladas ou não, como: álcool, cigarro, cola de sapateiro, moderadores de apetite, estimulantes (rebites), morfina, éter, benzina, barbitúricos, xaropes (opióides) e tranqüilizantes. Ilícitas são as drogas comercializadas ilegalmente, como a maconha, cocaína, heroína, crack, LSD e tantas outras.
Independentemente de ser lícita ou não, a droga causa diversos males ao organismo (alguns irreversíveis), dependendo do modo que ela é utilizada. É destes males e o porquê vamos atrás das drogas.
Vamos agora refletir um pouco sobre os grandes prejuízos que as drogas (de qualquer espécie) trazem ao espírito e ao perispírito. Como já dissemos, tudo que fazemos, absorvemos ou emanamos energia, positiva ou negativa, dependendo do quê estivermos fazendo/pensando. Ao consumirmos uma droga, uma tragada no cigarro, um gole na bebida alcoólica, uma injetada, aspirada, seja lá como consumirmos, liberamos uma grande quantidade de energia, como se fosse uma fumaça, que fica à nossa volta. Imagine que esta fumaça fosse um perfume que lhe agrada. Você se sente bem ao lado de quem está usando, então, procura ali permanecer. Assim funciona no mundo invisível: ficamos envoltos por energias negativas, espíritos imperfeitos, a fim de aproveitarem aquele "barato" também, se aproximam de nós e absorvem esta energia. Quando o efeito passa, eles, querendo mais, influenciam nossas idéias, a fim de que consumamos mais e mais. "Mas e o meu livre arbítrio???", pergunta aquele manézinho. Pois é, temos nosso livre arbítrio para escolher entre consumir ou não. Porém, estas influências espirituais atingem nosso subconsciente, e por muitíssimas vezes, o que pensamos que é nossa idéia ou vontade é a idéia ou vontade de um espírito que está ao nosso lado, nos influenciando positiva, ou negativamente.
Quando nosso organismo está em desequilíbrio fisiológico, nosso perispírito tenta "sugar" aquele "mal" acumulado naquela parte do corpo, bombardeando aquela região com energia positiva. Porém, quando isto acontece por muito tempo, o perispírito se desgasta tanto, que se machuca também, aí passamos aquele problema para nosso corpo espiritual. Que problema? Aos fumantes, uma mancha negra na região do pulmão, aos alcoólatras, geralmente uma mancha negra na região do fígado, aos usuários de drogas psicotrópicas, geralmente uma mancha negra na região da cabeça, lembrando, no perispírito. Daí provém as dores que os espíritos de viciados dizem sentir no Plano Espiritual, e a maioria das doenças que nos afetam desde nosso nascimento ao reencarnarmos, pois quando o perispírito está em desequilíbrio energético, a matéria tenta absorver este problema, resultando em males no corpo físico.
E quando nos drogamos, além do "barato" que sentimos, ganhamos de brinde vários "amigos" espirituais, geralmente de ex-viciados, que como não possuem mais um corpo físico, consomem as drogas através de nós. Aí rola a famosa obsessão, quando os espíritos inferiores nos influenciam ao uso das drogas.
Por isso, a melhor saída é a famosa frase "orai e vigiai", pois quando acompanhados de bons espíritos, estamos sujeitos a boas influências.
Não deixe de ler : O Livro dos Espíritos , livro II, cap. IX, de Allan Kardec; Nós os jovens , pelo espírito Rosângela; Não pise na bola , de Richard Simonetti; Um roqueiro no além , pelo espírito Zílio. Existem diversas obras de estudo e romances que tratam sobre as drogas. Consulte uma boa livraria espírita e desenvolva o tema em sua Mocidade!
Mais informações:
ABRAFAM : (11) 574-1212, http://www.impacto.org/abrafam ou kakah@nvc.com.br
CEBRID : (11) 539-0155 ou cebrid@psicobio.epm.br;
Projeto CARA LIMPA : http://www.caralimpa.com.br
[Retirado do Boletim GEAE Número 382 de 1 de fevereiro de 2000]
AS DROGAS E AS NOSSAS COMPANHIAS ESPIRITUAIS
Warwick Mota
Segundo a Organização Mundial de Saúde, droga é toda substância que, após ingerida, pode modificar uma ou mais funções do indivíduo. Desde os primeiros clarões da civilização o homem já fazia uso das drogas, tanto no intuito de obter prazer e se divertir, como para entrar em contato com supostas divindades. Com o caminhar da Humanidade as drogas foram classificadas em licitas e ilícitas.
Por muito a tempo a questão das drogas quanto ao seu uso, foi tratada apenas como assunto jurídico ou médico, hoje porém, a visão que a sociedade tem das drogas está muito mais ampliada, ver os nossos jovens sendo consumidos pelos vícios em virtude da falta de informação, de problemas familiares e até mesmo problemas sociais, tem movido um grande segmento da sociedade em busca de uma solução que contenha a invasão das drogas, que minam a nossa juventude.
O uso de substâncias altamente tóxicas ocorre normalmente entre os jovens que não dispõem de informações adequadas, e que, na busca de um prazer ilusório e passageiro, tentam estimular comportamentos, acabando vítimas da dependência física e psíquica, que na grande maioria das vezes obriga-os a cometer atos de extrema gravidade, contra si próprios, contra seus familiares e contra outrem.
Somos sabedores de que as nossas companhias, tanto ao nível social quanto ao espiritual, está diretamente ligada aos nossos hábitos; ou seja, se alguém é amante da literatura procurará reunir-se com pessoas que têm o mesmo gosto, se gostamos de freqüentar estádios de futebol, procuramos conviver com pessoas que também gostem de ir aos estádios, se é alguém que é assíduo freqüentador de bares, os amigos desse relacionamento é também de bares, é muito natural as pessoas se afinizarem por gostos e hábitos idênt icos.
O mesmo se dá em relação ás nossas companhias espirituais, que, via de regra, se dão por identidade fluídica, onde a nossa sintonia é fator determinante para atrair os desencarnados. Os nossos pensamentos são os espelhos do nosso estado evolutivo, somos nós que escolhemos as nossas companhias espirituais e as acomodamos em nossas "casas mentais", de onde se recusam sair em função do nosso procedimento.
Muitos hábitos, considerados por nós como incapazes de prejudicar alguém, têm por principal prejudicado nós próprios. As tragadas inocentes em cigarros, nas festinhas promovidas por adolescentes, é o primeiro passo para incorporação de um vício ao cotidiano destes. Da simples tragada inicial, passa-se ao primeiro cigarro, depois vem o primeiro maço, e pronto! o vício incorporou-se sutilmente, porém eficazmente.
Se entre os encarnados existe uma reciprocidade fluídica, demonstrada através de hábitos afins, como é o caso dos fumantes, que, ao verem outro fumante acender um cigarro, têm estes, como primeira reação, acender um também por analogia a primeira reação de um desencarnado que está na mesma sintonia é a de fumar também, para isso aproxima-se do fumante, para aspirar os vapores da nicotina, sugerindo-o de forma sutil a uma simbiose de difícil aparte. Não precisa dizer que este mesmo processo se repete de forma análoga com outros tipos de drogas.
Estar atento ao comportamento de nossos filhos, acompanhar o crescimento destes de forma participativa, buscar o entendimento através do diálogo, são quesitos fundamentais no combate às más inclinações, ainda inerentes aos mundos de provas e expiações. A recomendação do Cristo "orai e vigiai", nos remete às recomendações do Espírito Joanna de Ângelis que nos propõe um posicionamento efetivo e atento dentro do contexto.
"A educação moral à luz do Evangelho, sem disfarces nem distorções; a conscientização espiritual sem alardes; a liberdade e orientação com base na responsabilidade; as disciplinas morais desde de cedo; a vigilância carinhosa dos pais e mestres cautelosos; a assistência social e médica em contribuição fraternal constituem antídotos eficazes para o aberrante problema dos tóxicos - autoflagelo que a Humanidade está sofrendo, por haver trocado os valores reais do amor e da verdade pelos comportamentos irrelevantes, quão insensatos da frivolidade".(1)
(1) Após a Tempestade, Cap. 8 Divaldo P. Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis - Editora LEAL 1992.
Mensagem de Raul Seixas sobre as Drogas
(Psicografada por Nelson Moraes, no dia 23 de março de 2002)
Frente a realidade que me surpreendeu, a metamorfose agora é outra!
A Sociedade Alternativa não acontece no embalo dos sonhos mal sonhados, nasce na individualidade daqueles que vivem na real.
Vivi como um cometa que passa e causa espanto, não consegui ajustar-me na órbita que poderia sustentar-me na trajetória rumo a felicidade que sonhei para mim e para os outros. Porém, ainda não apaguei, vou continuar entre a luz e a sombra, procurando minha própria luz em constante metamorfose.
Voltei sem alarde, faço da mente do médium o meu telégrafo para revelar ao mundo das ilusões, a verdadeira Sociedade Alternativa que nos aguarda no universo infinito e que deve ser construída no universo íntimo de cada um, aí e agora. Depois de atravessar os vales escuros da dor e do sofrimento, minha visão ampliou-se e pude compreender que aqueles que buscam afogar suas ansiedades e frustrações nas drogas químicas e alcoólicas, é como um epilético criado artificialmente que sofre e faz sofrer. Por isso, vejo-me na obrigação consciencial de informar aos companheiros que estão a caminho que o sofrimento não pára aí, ele se estende pelos vales espirituais do sofrimento, onde a epilepsia se torna real, processando a duras penas os elementos venenosos inseridos no corpo perispiritual.
Muitas vezes, embalados pelo sonho e pelo lirismo dos poetas e pelo modismo estimulado pela sociedade de consumo, deixamos de enxergar a realidade à nossa volta e buscamos distrair a nossa consciência das responsabilidades inerentes a verdadeira finalidade da vida, conseqüentemente, alteramos o valor das coisas e os conceitos sobre juventude, lar, família e objetivos, deixando cair vertiginosamente o nosso amor próprio e o amor por aqueles que nos são caros. Nesse conceito equivocado, tudo se torna lícito, até mesmo o que não convém. Os que viveram esse tipo de liberdade na Terra, hoje superlotam os vales das sombras à semelhança de larvas, arrastando-se entre o limo e as escarpas dos abismos espirituais, situação em que, alguns casos, podem se prolongar durante séculos.
Antes de questionar a vida, questione a si mesmo, analise seus conceitos, seus sentimentos, sua gratidão por aqueles que o ajudaram a renascer na Terra e, com certeza, você encontrará uma grande razão para viver e lutar contra o único inimigo que pode derrotá-lo: você mesmo!
Raul Seixas
COMENTÁRIOS:
---Mensagem original--- De: "Jobis Weasley" Para: espiritavox@yahoogrupos.com.br Data: 19 de Junho de 2003 4:44 Assunto: Re: [Espirita Vox] VISÃO ESPÍRITA SOBRE AS DROGAS
Olá, pessoal, olá, Edu!
Aproveitei-me dessa insônia súbita e inesperada para, finalmente, ler os artigos do debate atual: drogas.
Em primeiro lugar, Edu, deixa que eu te parabenize pelos excelentes artigos que divulgou para a gente. São lúcidos e elucidativos (gostei do joguinho de palavras!) .
Quanto à minha opinião, bem... Acho que a vida já oferece desafios suficientes para que a gente vá atrás de mais problemas. Pessoalmente, acho que tenho muito a superar e que realmente não preciso de uma dependencia qualquer para compor o ramalhete.
Evidente que respeito àqueles que optam por outro estilo de vida embora, lá no fundo, lamente profundamente, apesar de quase nunca confessá-lo. Minha postura é radical, pois acho que, para algumas coisas, nosso falar tem que ser, sim, sim, sim e não, não. Não duvido que as drogas relaxem e ofereçam algumprazer sensorial, mas, realmente, os malefícios não parecem compensar, quando colocamos na balança.. E, como não conheço a minha susceptibilidade trazida de outras vidas (vá la que eu tenha sido uma usuária contumaz e que só precise de uma experiencia para recomeçar tudo novamente?), prefiro manter distância.
Em uma roda de brincadeira, consigo ser a mais animada sem uma gota de álcool, isso sem ter nenhuma dor de cabeça ou dúvidas sobre o que fiz ou não na noite anterior. Quanto à cigarro, sou horrivelmente alérgica e posso até desmaiar por falta de ar, dependendo da marca.
Dinheiro não está fácil... Realmente não quero me obrigar a destinar parte do meu orçamento à cigarros ou obtenção de quaisquer outros artigos nesse sentido.
Quanto à legalização, bem, eu não acho que vá resolver o problema do narcotráfico. O que gera o tráfico de drogas não são as drogas, mas uma situação muito mais complexa. Se legalizarem a maconha, sempre haverá o crack, a cocaína, a merla e mais drogas para serem comercializadas. E mesmo que tudo seja legalizado, há de aparecer outra coisa ilícita para ser passada por debaixo dos panos, Isso sem falar no caos que seria se as pessoas pudessem se drogar a toda hora e em qualquer lugar.
Por trás dos traficantes do morro, existe um lençól de miséria e exclusão que legalização alguma poderá retirar.
Legalizar seria um paliativo de curta duração. Estaríamos extirpando os efeitos, não as causas; estaríamos empurrando a sugeira para debaixo do tapete. Procuro respeitar os usuários de drogas, embora lamente sua atitude, não por mim, mas por eles.. Porque, apesar do barato todo ser muito legal quando eles falam no assunto e de acharem nós, os caretas, seres extremamente sem graça e idiotas por não nos permitirmos sentir aquele prazer, nunca vi um usuário de drogas realmente feliz.
Um é expulso de casa, da escola, do emprego, porque as drogas sempre afetam sua vida particular; OUtro, perde a identidade e tem que ir para uma clínica especializada para reencontrá-la, enquanto um ou dois cruzam o limiar do suicídio, sem sequer entenderem bem porquê.
Quando eu leio artigos espíritas sobre a situação de drogados aqui e no plano espiritual, ou quando leio em um jornal sobre essas vidas destroçadas, direta ou indiretamente, por esse mal, ou quando acompanho a troca de tiros entre policiais e traficantes matando esperanças e destruindo famílias, sinto-me realmente feliz por ser essa grande careta.
Kisu,
Jobis, lembrando da música de roberto Carlos sobre esse assunto.. Caramba, ela é tudo!!!!!
P.S.: Abaixo segue um trechinho do livro "Estação Carandiru", em que são descritos alguns sintomas de um usuário de crack.
"Com o tempo, o usuário de cocaína desenvolve quadros de delírio persecutório toda vez que usa a droga. Na cadeia, os portadores dessa síndrome, à qual dão o nome de paranóia ou nóia, andam pelas galerias apavorados, trancam o xadrez por dentro, encolhem-se feito crianças embaixo da cama, gritam ou fogem de inimigos imaginários.
Ronaldo, o pai de quatro filhos que vomitou durante o assalto e veio a morrer de tuberculose na enfermaria seis meses depois de recapturado, descrevia assim a paranóia que o torturava: - O crack é tão devastador para a mente da pessoa que eu fumo trancado no xadrez e cismo que tem alguém debaixo da cama com a faca para me matar. Fico apavorado, quero olhar mas tenho medo de abaixar e ele me furar os olhos. Demoro para criar coragem e espio bem depressa. Lógico que não vejo ninguém, estou sozinho no xadrez fechado, mas mesmo assim fico na dúvida: tem sim, eu é que não vi direito. Abaixo mais uma vez, apesar do medo que me fure o olho, e não vejo nada. Mas não adianta, não me convenço, e olho de novo. E assim é, dez, quinze vezes. Quando o efeito vai abaixando, eu percebo que foi tudo paranóia: como é que pode ter alguém aqui, se o xadrez está trancado? Antes de dar outra cachimbada, olho debaixo da cama e confiro se a porta está bem fechada; chego a espiar dentro do boi. Tudo bem, vou fumar de novo e dessa vez a nóia não vai me atacar. É só cachimbar, doutor, repete tudo a mesma coisa: tem alguém debaixo da cama, vai me matar, se eu olhar vai me furar a vista...
No final, Ronaldo resume a existência do usuário de crack: - É triste o nosso destino. Se existe o inferno na Terra, é a vida de nós, crackiros.
("Estação Carandiru", do Dr. Drausio Varela)
---Mensagem original--- De: "angela gimenes" Para: Data: 19 de Junho de 2003 13:14 Assunto: [Espirita Vox] Vizão espírita sobre as drogas
Olá, pessoal!
Em primeiro lugar, gostaria de dizer que eu não tenho nem o vício do cigarro, nem de bebidas e nem de drogas, mais como mãe fico muito preocupada, já que tenho um filho de 19 anos e um de 17.
Sabem, no mes passado, fui procurada por um rapaz que queria aprender a aplicar reiki. Foi então que, converssando com ele, ele disse que fumava maconha e que não entendia porque a mãe brigava tanto com ele quando sentia cheiro de maconha no quarto, ja que a maconha é uma coisa natural e não faz mal nenhum. Emprestei para ele o livro Violetas na Janela, dei uns cristais e disse como trabalhar com eles e disse tambem para ele ir lá no centro aonde eu faço tratamento para receber ajuda. Quando ele veio devolver o livro, dei para ele um exemplar do "Evangelio Segundo o Espiritismo, ja que ele gosta muito do assunto e depois disso ele nunca mais voltou. Seus pais são pobres e trabalham para sustenta-lo, ja que ele passa os dias de bairro em bairro tocando violão e escrevendo poesia. Que barra os pais dele não estão passando!
Sempre rezo e peço a Deus muita proteção para meus filhos, já que eles estão crescendo e não dá mais para ficar atras deles o tempo todo.
Gostei muito do que a Joyce falou sobre o assunto.
Um beijinho para todos e fiquem com Deus.
Angela Aparecida Gimenes
---Mensagem original--- De: "Valeska" Para: Data: Sexta, 20 de Junho de 2003 10:48 Assunto: RES: [Espirita Vox] VISÃO ESPÍRITA SOBRE AS DROGAS
(...) fico pensando na pauleira que deve ser um cara que tem uma dependência química. É uma porta difícil de fechar, depois de aberta. Daí a importância enorme de engrossarmos as fileiras das campanhas contra as drogas que atualmente eu acho que tem abordado de maneira mais adequada, pois, relacionando com a violência, mudam aquela postura antiga que dizia" eu faço o que quero da minha vida e do meu corpo". Agora a estória é outra: a conduta de um interfere em todos.
(...)Gostei muito dos artigos, são bastante elucidativos e chamam a atenção para o célebre conselho "orai e vigiai" (ou seria "vigiai e orai"?). (...)
Beijos pro cês!
Val.
FONTE:http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/artigos/artigo64.htm

A VISÃO ESPÍRITA SOBRE AS DROGAS


AS DROGAS NA VISÃO ESPÍRITA 19/11/2003 - Ismael - >Retorno<
ENTREVISTA: DRS. MÁRCIA REGINA GUISSI, IZANILDO BARBOSA E ALFREDO QUIRINO DA SILVA.A FE organizou este bate-papo sobre drogas com trêsprofissionais experientes no assunto. Izanildo é médicoanestesista do campus da FOA- UNESP, na UnidadeCOB- Centro de Oncologia Bucal em Araçatuba e Membro do Centro de Ensino de Anestesiologia da Fa-culdade de Medicina de São José do Rio Prêto. Alfredo é médico psiquiatra no Hospital Benedita Fernandes de Araçatuba e Márcia é dentista e uma das fundadoras do Solar Eunice Weaver, de Birigui, especializado no atendi-mento a soro-positivos para HIV e seus familiares. Os três,juntamente com outros profissionais, estão participando dosseminários organizados pela Use Regional de Araçatuba e Use’s Intermunicipais de Araçatuba, Auriflama, Birigui, Gua-rarapes e Penápolis no “Programa de Prevenção ao Uso Inde-vido de Drogas” fomentados pela FEB- Federação Espírita Brasileira e USE –União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Na condição de espíritas como enxergam essegrave problema que aflige a humanidade? É o que nos res-pondem nesta entrevista.O que leva uma pessoa a se drogar? O meio social tem influência? O que pensa do fator genético?MRG “Penso que a trajetória espiritual anterior tem peso preponderante nestas situações. Ocasiões difíceis, ou mesmo oportunidades, podem despertar sentimentos ou desejos adormecidos facultando ao indivíduo ingressar no mundo das drogas ilícitas atraindo para si as conseqüências desta opção”.IB. “Penso que seja a busca do prazer imediato sem merecimento. A influência primária do meio social é a família, onde pais fumantes e usuários de bebidas alcoólicas dão maus exemplos à criança, que na sua tenra idade, capta todos os estímulos externos do meio ambiente. E hoje sabemos que esses dois vícios são a porta de entrada para as outras drogas. A correlação genética ainda está longe de se estabelecer; sabe-se que filhos de pais alcoólatras têm 25% de chances de se envolverem com o alcoolismo. A Ciência tem nos informado que existe uma química favorável no sistema nervoso central propiciadora para a adicção, envolvendo os neurotransmissores nas sinapses dos neurônios.AQS. “Em casos de indivíduos que se drogam encontramos presentes problemas sociais diversos como os das dificuldades financeiras, o morar na “casa pobre” da periferia, o pouco estudo, a vontade de querer se igualar àqueles que julgam lhes sejam “superiores”. Também problemas sociológicos existem que fazem surgir os rejeitados ou excluídos política, administrativa e culturalmente, além da carência afetiva que faz gerar a insegurança e a ausência do “espelho familiar”. Sob o aspecto Genético se sabe que mães que se drogam na época da gravidez acabam provocando malformações na estrutura genética do feto com grandes possibilidades de lhes transmitir a dependência da droga. A ausência de religião é outro fator que precisa ser considerado para explicar essa triste chaga que assola a humanidade”. Técnicamente o que vem a ser droga lícita ou ilícita?IZ “Esse conceito é definido pela Legislação Penal que estabelece se uma conduta é tipificada ou não como criminosa. No caso em exame, por exemplo, se uma pessoa comum for apanhada com dolantina, sem motivo justificado, estará portando uma droga ilícita. Porém, a dolantina nas mãos de um médico que a destina para uso terapêutico é tida como droga lícita. Pode deixar de ser lícita, mesmo nas mãos de médico, se a destinação não se amoldar às normas da ANVISA e da legislação pertinente. Infelizmente temos o álcool e o fumo como drogas lícitas mesmo sabendo dos malefícios que causam aos seus dependentes”. Como agem as drogas no corpo físico e no psiquismo do usuário? Quais os males que causam?AQ “Os males são muitos. No corpo físico vão desde a destruição de células que acabam modificando o funcionamento dos órgãos, até o próprio aniquilamento destes, podendo levar o paciente a óbito. No psiquismo agem excitando, deprimindo ou alterando o funcionamento cerebral; provocam delírios; alucinações; a depressão, que é um caminho perigoso em direção ao suicídio; o embotamento afetivo; a agressividade; a demência, dentre muitos outros”. Poderia enumerar os tipos de drogas que mais preocupam a sociedade, organismos e governos?IZ– “Em primeiro lugar o álcool, em segundo lugar o tabaco, em terceiro lugar a maconha, em quarto lugar a cocaína e depois as outras”.Há cura para o dependente de drogas? Quais os tratamentos existentes? MRG “Minha conclusão pessoal é de que toda mudança comportamental é difícil, porém, não impossível. O comprometimento de si para consigo nesta luta de transformação moral necessita da participação positiva do núcleo social onde o ser esteja inserido. Vontade vigorosa, tal qual nos informaram os benfeitores da Codificação, na questão nº 909 de “O Livro dos Espíritos, e o auxílio externo especializado para o ser dependente e para aqueles do seu convívio”.AQ. “Para os males sempre existe uma possibilidade de cura. No caso das drogas precisamos de uma ajuda externa, consistente no tratamento médico e no apoio familiar, porém, indispensável é a força de vontade e o desejo de se curar do próprio usuário. Os tratamentos consistem em desintoxicação; psicoterapia; medicamentos sintomáticos (ansiolíticos e antidepressivos para evitar insônias); ressocialização, com internações em clínicas especializadas e, repisando, apoio familiar e religioso”.Temos sinais de alerta para saber se uma pessoa está ingressando no mundo das drogas? MRG “ As alterações no comportamento, a agressividade e certas companhias podem ser sinais de que algo há que precisa ser monitorado na educação dos filhos. Os educadores necessitam avaliar o ser como um macro onde o micro interfere, condiciona e/ou facilita a retomada de comportamentos atávicos”. IZ. “Do ponto de vista objetivo temos o “drugwipe”, inventado na Alemanha em 1997, um equipamento que chega ao Brasil este ano. É composto de quatro “kits” para: maconha, cocaína, narcóticos e anfetamina (ecstasy). Cada um deles custa dezoito dólares no país de origem e é usado uma única vez. Sua função é detectar a presença de drogas a partir da análise de objetos manuseados pelo observado como mause de computador, telefone, bolsa, suor da roupa, dentre outros. O kit pode agir sobre a pessoa ou objetos por ela utilizados até cinco dias depois, chega alcançar 100% de precisão e a análise não gasta mais que dois minutos. O método já foi aprovado pela polícia dos Estados Unidos no combate às drogas e é utilizado em bafômetros na Alemanha, Inglaterra e França. Não deixa de ser um recurso importante oferecido pela ciência tendo em vista que permite se tirar dúvidas de forma discreta e sem confrontos”. O Espiritismo tem como ajudar as pessoas envolvidas nesse drama? MRG “O Espiritismo pode auxiliar muito antes da dependência quando informa que ao observarmos nossas tendências atuais temos conhecimento do nosso passado e podemos, através do presente, determinar o nosso futuro. Para resistir aos arrastamentos do mal vale o exercício de Santo Agostinho descrito na resposta à pergunta nº 919 de “O Livro dos Espíritos”. Depois de instalada a dependência a Doutrina Espírita fornece conhecimentos e energias suficientes para a luta a ser enfrentada com muito amor e persistência”.IZ– “A melhor ajuda será atuando no preventivo e, para isso, os Centros Espíritas precisam investir nos jovens através dos programas de evangelização. Perguntaram ao mestre suiço de Kardec, Pestalozzi, quando se deveria iniciar a educação das crianças. Ele respondeu: “vinte anos antes delas nascerem”. A adicção é um problema de educação intelectual e moral do qual só obteremos respostas favoráveis quando as crianças de hoje forem os pais de amanhã e deixarem de dar maus exemplos aos seus filhos”.AQ “O Espiritismo é um grande aliado no tratamento aos usuários de drogas. Através da fé e da crença na vida futura, nos mostra a responsabilidade que temos por preservar nosso corpo, mente, perispírito e fazendo bom uso do nosso livre arbítrio. Mostra-nos também a necessidade da sintonia com os bons espíritos, que nos ajudam na nossa reforma íntima e afastam os obsessores para estes também serem tratados e esclarecidos”.IsmaelGobi PUBLICADO NA FOLHA ESPÍRITA, SÃO PAULO, 11/2003

AS DROGAS E AS SUAS IMPLICAÇÕES ESPIRITUAIS











Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Infelizmente o fantasma das drogas ainda asssombra muitas mentes juvenis, que se iludem com o prazer transitório. Mas um dia descobrirão a alegria verdadeira. Pena que até lá tenham que sofrer tanto e fazer sofrer aos que os amam.
IMPLICAÇÕES:

 FÍSICAS

 MORAIS

 SOCIAIS

 AFETIVAS

 GENÉTICAS

 ESPIRITUAIS“

Os viciados em droga de hoje, podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombra sobre seus filhos e netos ainda não nascidos.” http://searadeluz.blogspot.com/2007/05/ncleo-seara-de-luz-realiza-palestra.html
07/01/2004 15:44
As Drogas e suas Implicações Espirituais Xerxes Pessoa De Luna http://amigosespiritas.blig.ig.com.br/
Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado e, cada vez mais crescente, das drogas por parte não só dos adultos, mas, também, dos jovens e lamentavelmente até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades. A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: “Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos.” Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça. O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas. Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, entender e atender aos apelos velados que estes amigos espirituais nos enviam com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.
A ação das drogas no perispírito
Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o sangue, o sistema respiratório, o cérebro e as células, principalmente as neuroniais. Na obra “Missionários da Luz” — André Luiz (pág. 221 — Edição FEB), lemos: “O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual.” Em “Evolução em dois Mundos”, o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito. Comparando as informações destas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que “o perispírito funciona em relação a este, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa. Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispíríto para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força. A ação dos Espíritos inferiores junto ao viciado Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado a regiões espirituais inferiores. Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que irá variar, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente para saciar sua necessidade, valendo-se para tal do recurso, ou da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida. “O Espírito de um viciado em drogas, em face do estado de dependência a que se acha submetido, no outro lado da vida, sente a desejo e a necessidade de consumir a droga” Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de este ter suas funções alteradas, com consequente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, “o viciado ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daqueles, deixando o viciado enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos”.
Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais
As Casas Espíritas, como Pronto-Socorro espirituais, muito podem contribuir com os Espíritos Superiores no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida. Com certeza, esta contribuição poderia ocorrer através de medidas que, no dia-a-dia da instituição ensejassem: Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não o tenha implantado. Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Estas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou a dar o primeiro passo nesse sentido. Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmo as desencarnadas. No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima. Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, com fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares. Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradores de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar esta realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação deste terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos neste campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.enviada por amigosespiritas
exibeComentario(12179701, 'amigosespiritas', '/2004/01/as-drogas-e-suas-implicacoes.html', true);
Comentário de NIlza Braga

Infelizmente o fantasma das drogas ainda asssombra muitas mentes juvenis, que se iludem com o prazer transitório. Mas um dia descobrirão a alegria verdadeira. Pena que até lá tenham que sofrer tanto e fazer sofrer aos que os amam.